Maria Gil: "As mulheres ciganas são narradoras de memória num mundo nos reduz à invisibilidade"
Há formas de beleza que não começam no espelho, mas na memória. Nos gestos repetidos ao longo de gerações, nos rituais que nos são ensinados antes de sabermos o seu significado, nas mãos que nos cuidam quando ainda não aprendemos a cuidar de nós. A estética torna-se, assim, um lugar de continuidade, onde a cultura, a identidade e a história pessoal não só se encontram, permanecem.