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Uma festa "efervescente" no Palácio Nacional da Ajuda

Um dos monumentos mais sumptuosos de Lisboa encheu-se de rostos conhecidos, champanhe, música ao vivo e um jantar às mãos do chef Arnaldo Azevedo, que acaba de renovar a sua estrela Michelin.

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Uma festa "efervescente" no Palácio Nacional da Ajuda
24 de novembro de 2022 às 14:28 Rita Silva Avelar

Jean-Rémy Moët não é o génio por detrás da Moët & Chandon, mas foi ele quem sonhou em "partilhar a efervescência do champanhe com o mundo", levando a marca que o seu avô Claude Moët fundou em 1743 às bocas do mundo. Podemos afirmar que foi graças a esse sonho, e a essa vontade de democratizar o champanhe e ao mesmo tempo tornar o gesto de o beber requintado, que nos trouxe, décadas depois, à primeira festa Moët Effervescence em Lisboa, no Palácio Nacional da Ajuda.

Uma festa 'efervescente' no Palácio Nacional da Ajuda
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Depois de a festa ter passado por Londres, Nova Iorque, Paris, Milão, Madrid, Joanesburgo ou Cidade do México em 2021, o evento chegou a Lisboa e reuniu celebridades como Liliana Santos, Soraia Chaves, Sofia Arruda, Isabela Valadeiro ou Sérgio Praia, jornalistas e amigos da marca, num jantar pensado pelo chef Arnaldo Azevedo, do Vila Foz Restaurante, que acaba de renovar a sua estrela no Guia Michelin 2023.

Uma festa 'efervescente' no Palácio Nacional da Ajuda
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Uma festa 'efervescente' no Palácio Nacional da Ajuda
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Entre as performances de duas violinistas e o discurso dos porta-vozes da marca, serviu-se lavagante com xerém de bivalves, algas e coentros, robalo com puré com creme de batata e legumes da estação, e ainda um trio de chocolates Valrhona. Os champanhes eleitos para o pairing foram Moët & Chandon Brut Imperial, Moet & Chandon Grand Vintage 2015 e Moët & Chandon Impérial Brut Rosé.

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Jantar terminado, a festa seguiu com pompa e circunstância, num ambiente de elegância e festividade próprios dos grandes banquetes. Afinal, falamos de um champanhe que há décadas encantou as cortes reais da Europa e cativou mulheres como Madame de Pompadour, confidente do Rei Luís XV, um ícone feminino ímpar no seu tempo. Servido na Casa Branca desde o início do século XIX e desfrutado na coroação de Eduardo VII e Isabel II, o champanhe Moët & Chandon tem criado, desde a sua fundação, momentos inesquecíveis de partilha e celebração. Um capítulo que, em Portugal, está só a começar.

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