Luís Borges na nova campanha da Dolce & Gabbana
O modelo português Luís Borges é um dos rostos da linha Capri para este verão.
O modelo português Luís Borges é um dos rostos da linha Capri para este verão.
A 'Máxima' esteve em Paris para o lançamento de uma das mais importantes coleções da H&M, vegan e aprovada pela PETA. Kelly Bailey, Catarina Maia, Joana Barrios, Matilde Breyner e Luís Borges mostram como vesti-la.
A Mattel acaba de lançar um novo livro com 100 testemunhos inspiradores de personalidades, incluindo três portugueses, celebrando a influência de 65 anos desta boneca.
Numa sociedade cada vez menos focada no presente, o objetivo do criador foi incentivar todas as mulheres a aproveitar o "agora".
Na noite de terça-feira, o Teatro Thalia foi palco de um jantar que antecipou a chegada da nova colaboração a Portugal.
A futebolista desfilou para a marca do manequim Luís Borges, CALL ME GORGEOUS, ao lado do seu irmão Evandro e de nomes como Ivvi Romão, Cyber Tokyo, Lexa BlacK e Lola Herself. No fim, Nenny atuou. Acompanhámos a avançada do Benfica e estrela da seleção nacional da maquilhagem aos bastidores enquanto nos revelou alguns dos seus segredos e superstições.
Bertolucci, que ficou célebre por dirigir filmes como "O Último Tango em Paris" ou "Sonhadores", faleceu na sequência de doença prolongada, em Roma.
Dez anos após o seu lançamento mundial, a campanha Portuguese Shoes 2019 celebra a arte e o movimento e tem como protagonistas os bailarinos da Companhia Nacional de Bailado.
Da dramaturga e encenadora Ana Lázaro, com co-criação de Sandra Barata Belo e Raquel Oliveira e música de Luísa Sobral, a peça, com estreia a 31 de janeiro, retrata os afetos do feminino - a relação entre uma mãe e uma filha.
A marca sueca volta a aliar-se a uma casa ligada à high fashion para lançar peças que queremos no nosso armário num tempo muito próximo.
Conhecido pela sua abordagem conceptual e atenção à intuição no design, tem vindo a desafiar a moda autoral a sair do editorial e a ganhar vida no dia-a-dia das pessoas. A sua colaboração com o estúdio Layers na coleção Rush Hour reflete esta filosofia: criar peças que resistem ao tempo e ao caos, sem perderem personalidade.
Não se pode escrever a História da Literatura do século XX sem incluir a obra do escritor, que nos deixou aos 94 anos. Nos seus livros há lugar para o amor, para a desilusão e para os fantasmas totalitários que voltam a assombrar a Europa.