Sem apetite sexual? O segredo pode estar num tubérculo
Muitas vezes o problema não começa no corpo, mas na mente.
O stress é capaz de ser um dos nossos maiores inimigos. Desde quando é que é suposto deixarmos de fazer certas e determinadas coisas por causa da subida dos níveis de cortisol (hormona que gera o stress)? Quando o stress começa a influenciar as tarefas (ou os prazeres) do dia a dia, deixa de ser normal. Os níveis de cortisol disparam e o corpo deixa de priorizar o prazer. Em particular, num momento de relação sexual com o nosso parceiro, os constrangimentos começam a aparecer quando a libido diminui. Não significa que seja por falta de interesse, mas pode ser sim devido ao esgotamento físico e psicológico de um ou dos dois parceiros.
O que é a libido e qual a sua relevância na minha vida sexual?
A libido está associada ao apetite ou desejo sexual. As regiões fronto-temporal-parietal e subcortical são as principais áreas do cérebro que envolvem a libido e são também responsáveis pelos mecanismos de emoção, satisfação, identificação com outra pessoa, associações de memória e de representação mental. Para além disso, há outros fatores genéticos associados à libido, como a variação na produção de determinadas hormonas e neurotransmissores, como a dopamina. Tal como afirma a Dra. Emilia Vuorisalmi, no seu livro O Poder Criativo das Hormonas, “A oxitocina é a hormona da unicidade e da ligação. Quando flui em equilíbrio com a dopamina e a serotonina, sentimos uma ligação - não só connosco próprios, como também com os outros e com quem nos rodeia. [...] A oxitocina é, simultaneamente, uma hormona e um neurotransmissor que desempenha um papel importante em vários processos fisiológicos do nosso corpo, como a excitação sexual e o parto, e está envolvida em muitos comportamentos importantes, como a vinculação social e o apego. É a oxitocina que, após uma relação sexual intensa ou um orgasmo, consegue apagar todas as nossas preocupações e trazer aquela sensação calma, paz, contentamento e um conhecimento profundo no corpo de que está tudo bem”.
Mas, ao que parece, existe um tubérculo ancestral considerado um adaptogénio que cresce na região dos Andes em altitudes que variam de 12.000 a 15.000 metros acima do nível do mar - a maca. Não é um produto milagroso nem funciona como um impulso imediato, mas é uma substância natural que ajuda o corpo a regular o stress e o equilíbrio hormonal. Conhecido cientificamente como Lepidium meyenii, foi cultivado pelos povos indígenas andinos, que o valorizavam pelas suas propriedades adaptogênicas que ajudam o corpo a gerir o stress. Longe de ser apenas mais um “superalimento”, a maca é conhecida pelas suas propriedades nutricionais e energéticas, sendo tradicionalmente consumida para aumentar a energia, a resistência e a fertilidade. Alguns estudos revelam melhorias no bem-estar hormonal e em determinados sintomas associados ao esgotamento, embora esses efeitos sejam diferentes no homem e na mulher.
Nos homens, as melhorias que se observam podem ser o aumento do volume seminal, o aumento da quantidade total de espermatozoides no momento da ejaculação e o aumento da motilidade espermática. Já nas mulheres, os potenciais efeitos da maca são o alívio de sintomas associados à menopausa, a contribuição para a melhoria do desempenho físico e a promoção de uma percepção mais positiva do bem-estar sexual.
No que diz respeito ao aumento de energia, equilíbrio hormonal e outros sintomas físicos a maca tem, gradualmente, um efeito positivo e potencialmente favorável ao reaparecimento natural do desejo sexual. "É a oxitocina que ajuda as mulheres (e, em menor grau, os homens) a renderem-se ao prazer do orgasmo", aponta a Dra. Emilia.
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