É verdade que se faz mais sexo no inverno? Este e outros mitos sobre sexualidade
Joana Lima Silva, ginecologista e sexóloga no Hospital Lusíadas Porto, responde a esta e outras perguntas sobre o tema.
Joana Lima Silva, ginecologista e sexóloga no Hospital Lusíadas Porto, responde a esta e outras perguntas sobre o tema.
Há um momento em que tudo abranda. A mala está pronta, a porta fecha-se devagar e começa uma nova história. Preparar a mala da maternidade é mais do que fazer listas: é garantir conforto, praticidade e pequenos gestos de cuidado nos primeiros dias com o bebé.
Notícias recentes apontam que o casal terá dado as boas-vindas à primeira filha no passado sábado, dia 25. A chegada da bebé reacende a atenção sobre uma relação vivida longe dos holofotes, onde privacidade e serenidade parecem ser prioridades assumidas.
Carolina Almeida, fundadora do maior site de alimentação infantil em Portugal, Comida de Bebé, conta à Máxima a experiência que viveu no âmbito laboral durante a sua licença de amamentação. O testemunho chega numa altura em que o governo está a propor uma alteração no Código de Trabalho que pode impactar os direitos das mães.
“Eu disse-lhe que não estava pronta para ser mãe, respondeu-me que estava ele pronto para ser pai. Dispôs-se a cuidar do bebé, a educá-lo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“Eu disse-lhe que não estava pronta para ser mãe, respondeu-me que estava ele pronto para ser pai. Dispôs-se a cuidar do bebé, a educá-lo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
À luz da proposta de revogação, por parte do PSD, do conceito de violência obstétrica da lei em Portugal, recordamos este texto que fala precisamente sobre a existência desta realidade no país.
Chega sem avisar, mas muda tudo. De repente, aquele bebé sorridente e tranquilo torna-se rabugento, choroso, acorda mais vezes durante a noite, recusa a comida que antes adorava, a baba não tem fim e anda sempre com as mãos na boca. Não há febre alta, nem sinais de constipação. Só um desconforto e irritabilidade persistentes, que teimam em não dar tréguas.