Cortisol Dressing: a nova era anti-stress em que o sistema nervoso dita o que devemos vestir
Numa altura em que reina o brainrot e o burnout é considerado o novo normal, o nosso guarda-roupa pede mais calma do que nunca.
Numa altura em que reina o brainrot e o burnout é considerado o novo normal, o nosso guarda-roupa pede mais calma do que nunca.
Entre a leveza mediterrânica e a energia urbana, a nova coleção primavera/verão 2026 da LOLA CASADEMUNT constrói-se em contrastes. Silhuetas fluidas cruzam-se com cortes estruturados, padrões convivem sem hierarquia e a cor assume-se sem reservas. Em destaque, uma peça que sintetiza tudo: a mala 1981.
Na sua primeira coleção cruise para a Chanel, Matthieu Blazy deu um pequeno grande passo numa nova leitura da moda.
Será esta a chave para um corpo com mais energia e noites verdadeiramente reparadoras?
Aos 23 anos, Marlene Tavares está menos interessada em alimentar expectativas do que em afirmar a sua identidade. Nesta conversa, fala da distância entre a imagem e a pessoa, da relação com o corpo e da necessidade de escolher o que quer mostrar - e o que prefere guardar.
“Manuel, beija-me. Leva-me para um canto desta pequena floresta." Obedeceu. Deitámo-nos no meio das árvores, sobre folhas e ervas." Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Há mudanças que transformam completamente um espaço. Às vezes é uma nova paleta de cores, um espelho inesperado ou uma peça de design que redefine todo o ambiente. Outras vezes, basta um detalhe aparentemente simples para dar uma nova vida à casa de banho.
Bastou Matthieu Blazy apresentar saias plissadas de cintura baixa no último desfile Chanel - uma réplica das originais lançadas por Mademoiselle 100 anos antes -, para (re)validar a tese de que a moda tem uma capacidade de se reinventar incomparável. 2026 pode ou não ser um revival de 1926. Ainda assim, vale a pena vestir de novo.