LOLA CASADEMUNT: uma coleção entre o Mediterrâneo e a cidade, com um novo ícone em destaque
Entre a leveza mediterrânica e a energia urbana, a nova coleção primavera/verão 2026 da LOLA CASADEMUNT constrói-se em contrastes. Silhuetas fluidas cruzam-se com cortes estruturados, padrões convivem sem hierarquia e a cor assume-se sem reservas. Em destaque, uma peça que sintetiza tudo: a mala 1981.
É uma das peças a que vale a pena prestar atenção nesta primavera/verão. A LOLA CASADEMUNT 1981 não é apenas mais uma mala da estação. É a afirmação de uma identidade construída ao longo de 45 anos e o ponto de partida para um novo capítulo da marca espanhola.
O nome diz tudo. Mais do que uma data, 1981 é a origem. Foi nesse ano, em Cardedeu, perto de Barcelona, que Lola Casademunt começou a criar, no seu próprio atelier, acessórios de cabelo que rapidamente ganharam reconhecimento. Num contexto em que o espaço para mulheres no mundo dos negócios era limitado, construiu, peça a peça, uma linguagem estética própria, marcada pela atenção ao pormenor e por uma feminilidade assumida.
Quase meio século depois, essa herança continua a ser o eixo da marca, agora sob a direção criativa de Maite Casademunt. A filha da fundadora trouxe uma visão contemporânea que expandiu o universo LOLA CASADEMUNT para o ready-to-wear, mantendo intacto aquilo que a distingue: uma identidade clara, reconhecível e pensada para mulheres reais.
Entre o Mediterrâneo e a cidade
A coleção SS26 constrói-se precisamente nesse território de contrastes. Entre o imaginário mediterrânico e a energia urbana, surgem dois universos que se cruzam e se alimentam mutuamente.
Na dolce vita, há uma leveza imediata. Vestidos fluidos, blusas bordadas, saias midi e calças soltas desenham um guarda-roupa que pede luz e movimento. Os padrões florais misturam-se com riscas quentes, surgem apontamentos de animal print reinterpretado e uma paleta que oscila entre vermelhos, rosas e neutros luminosos. Há uma sensação de verão vivido sem pressa, com elegância descontraída.


Já o Metropolitan Safari traz uma energia mais afirmativa. Trench coats reversíveis, blazers estruturados e denim com detalhes aplicados constroem silhuetas com mais presença. Os padrões intensificam-se, cruzando referências étnicas, riscas e motivos gráficos, enquanto a cor se torna mais ousada, do caqui aos tons sorbet, passando por azuis, corais e verdes vibrantes.


A mala que define a estação
É neste diálogo entre fluidez e estrutura, entre descontração e atitude, que surge a peça-chave da estação: a mala LOLA CASADEMUNT 1981. Mais do que um acessório, afirma-se como o novo ícone da marca e como um manifesto da sua identidade.
A construção revela esse ADN. A pega metálica cilíndrica, com assinatura da marca, introduz um trabalho de detalhe próximo do universo da joalharia. Os entrançados laterais recuperam a origem nos acessórios de cabelo. Já a alça intercambiável, com acabamento efeito pele e aplicações metálicas, acrescenta versatilidade e adaptação ao dia a dia.
Pensada para acompanhar diferentes ritmos, surge em três tamanhos e numa paleta que evolui com a estação. Começa nos neutros – ecru, preto, camel – e avança para tons mais intensos, como fúcsia e vermelho, integrando ainda materiais com efeito ráfia que reforçam a ligação ao verão e ao imaginário mediterrânico.






Mas é na relação com quem a usa que a LOLA CASADEMUNT 1981 se afirma verdadeiramente. Pensada para a mulher LOLA – confiante, multifacetada, com um estilo próprio que cruza referências sem se prender a regras –, acompanha diferentes momentos do dia com naturalidade. É uma peça que junta sofisticação e funcionalidade, mas também energia e expressão pessoal.
Há ainda uma dimensão consciente neste lançamento. Desenvolvida segundo princípios de ecodesign, a mala integra materiais certificados e processos responsáveis, reforçando um compromisso crescente com a durabilidade e a sustentabilidade.
No ano em que celebra 45 anos, a LOLA CASADEMUNT não olha para a sua história como um arquivo. Usa-a como matéria-prima e transforma-a numa coleção em que a narrativa se converge numa peça-chave. A 1981 não é apenas uma mala da estação. É um ícone com história, pensado para continuar a fazer parte dela.