Feira do Livro de Lisboa: uma narrativa no feminino
Conversas, lançamentos e sessões de autógrafos com as mulheres que mais queremos conhecer.
Conversas, lançamentos e sessões de autógrafos com as mulheres que mais queremos conhecer.
Aos 52 anos, aquela idade em que tantos teclados anónimos (e sobretudo masculinos) decidem que as mulheres já passaram do prazo de validade, Fernanda Serrano continua tão hipnotizante como vemos nestas imagens da Máxima. Tornou-se mulher de convicções fortes, sem deixar de fazer perguntas, e encontrou a melhor forma de abordar o amor.
As Kardashians, que há 10 ou 15 anos definiam tendências através dos BBLs e de curvas acentuadas, estão agora visivelmente mais magras. Torna-se difícil ignorar que a norma voltou a ser a magreza extrema, talvez ainda mais do que no início dos anos 2000.
Aos 23 anos, Marlene Tavares está menos interessada em alimentar expectativas do que em afirmar a sua identidade. Nesta conversa, fala da distância entre a imagem e a pessoa, da relação com o corpo e da necessidade de escolher o que quer mostrar - e o que prefere guardar.
No país do Sistema Único de Saúde, convivem clínicas fancy de harmonização facial, salões de beleza improvisados no quintal e a famosa laje - local onde as cariocas criaram o bronzeamento com fita de isolamento. No Brasil, a estética não é apenas #aesthetic, é um statement cultural.
Catarina Maia, Maria Morango, Susana Marques Pinto, Mafalda Nunes e Raquel Prates partilham com a Máxima o que significa, para cada uma delas, a amizade entre mulheres.
Será que a loucura da moda vintage é um sinal de que envelhecer (e tudo o que isso implica para uma mulher) pode finalmente ser visto como algo belo e autêntico em vez de algo a esconder?
Como pode uma marca de nascença moldar a forma como nos vemos ao espelho - e no mundo? Raquel Luís viveu a vida toda com olhares, comentários e perguntas. Hoje responde com certezas.