Vitória, vitória, repete-se a História. Como o poder patriarcal lucra com as inseguranças das mulheres
Enquanto ocupam a sua mente com obsessão estética pelo padrão de beleza vigente, as mulheres não lutam pelos seus direitos.
Enquanto ocupam a sua mente com obsessão estética pelo padrão de beleza vigente, as mulheres não lutam pelos seus direitos.
"Não apoio Gouveia e Melo por ter um ‘programa para mulheres’”. Apesar dos poderes limitados do Presidente da República, a sua influência é clara. Há diferenças entre as candidaturas ou a igualdade de género não pesa na escolha dos eleitores? Ouvimos mulheres que apoiam as várias opções.
Ainda que os poderes de um Presidente da República sejam constitucionalmente limitados, é inegável o seu poder de influência. Impõe-se, portanto, a pergunta: há diferenças substanciais entre candidaturas ou a igualdade de género não é um tema que mobilize o eleitorado? Fomos ouvir as opiniões de mulheres que apoiam as diferentes alternativas.
Conversa com a escritora norte-americana, que esteve em Portugal a propósito do Fólio (Festival Literário Internacional de Óbidos) e que apresentou o seu livro 'Casa dos Sonhos', uma autobiografia que narra um relacionamento tóxico e abusivo que viveu na casa dos 20.
Feito em 1944, ou seja, durante a Segunda Guerra Mundial, este pedaço de história da sétima arte foi tão caro que, hoje em dia, teria custado mais de meio milhão de euros. Feito de ouro? Não, mas anda lá perto.
É o nome da mostra que pode ver-se no museu, até 29 de junho. Uma seleção e reinterpretação de "The 31 Women Collection", que reúne trabalhos de artistas que integraram a histórica exposição. Uma espécie de reconhecimento à iniciativa de Peggy Guggenheim, cujo feito foi juntar um friso só de mulheres numa galeria nova-iorquina, em 1943, numa era ainda mais patriarcal.
Nascida no Rio de Janeiro, Alessandra Montagne tornou-se uma estrela em Paris, onde dirige dois espaços seus e se prepara para abrir o primeiro restaurante do Museu do Louvre. Desde novembro, no Cícero Bistrot, em Lisboa, é possível saborear os menus com a sua assinatura.
Podia ter feito uma carreira confortável, primeiro como modelo e depois como fotógrafa de moda, mas Lee Miller tinha o espírito irrequieto das pioneiras. A sua história é contada no filme Lee, que estreia a 26 de setembro, com Kate Winslet como protagonista.