Moda / Tendências

6 marcas portuguesas slow fashion que tem de conhecer

Fundadas por mulheres empreendedoras, a Marita Moreno, a Oh Monday!, a TEAR, a BYOU, a Näz e a Conscious Swimwear são 100% portuguesas, sustentáveis e conscientes. Conheça-as ao detalhe.

04 de setembro de 2020 | Rita Silva Avelar

Marita Moreno

Criativa, talentosa e naturalemente preocupada com a sustentabilidade, Marita Setas Ferro sempre esteve envolvida no setor da moda - foi, durante muitos anos, professora no curso de Design de moda na Escola Árvore. Além disso, trabalhou também como escultora, com a criação de peças relacionadas ao vestuário feminino. Até que decidiu aventurar-se com a sua marca própria, sustentável e portuguesa: a Marita Moreno. "Em 2015, quando criei a empresa e fiz o rebranding da marca Marita Moreno, percebi claramente que a ideia inicial em incorporar a riqueza cultural, artística e artesanal de Portugal nos produtos era um fator único e distintivo para a marca" revela, e acrescenta: "a sociedade, os locais que visito, onde vivo, o que leio, o que vejo são tudo elementos que estão sempre presentes na minha cabeça e que depois de maturados e organizados surgem como inspirações para as coleções."

A preocupação com a pegada ecológica evidencia-se, por exemplo, na última coleção à qual chamou Stardust and Sea, que inclui acessórios, calçado e carteiras para mulheres e homens. Nela, utilizou materiais inovadores, sustentáveis e reciclados - que podem ser nacionais mas também europeus - tais como o biocouro nacional certificado, o pinatex, um têxtil de fibra de ananás, a cortiça nacional, a microfibra certificada ecologicamente na linha vegan, o têxtil artesanal feito com Cork-a Tex (um fio nacional premiado internacionalmente) e o malai (material bio composto recém desenvolvido feito de celulose bacteriana inteiramente orgânica). Em relação à produção consciente, explica que "todos os anos continuamos a ter linhas numeradas com têxteis artesanais, entre 25 a 50 exemplares por produto."

Marita Setas Ferro revela ainda que a marca quer distanciar-se de tudo o que seja grandes produções. "Se comprarmos menos mas de melhor qualidade, gastamos menos recursos do nosso planeta, desperdiçamos menos e podemos ter, da mesma forma, produtos lindos e com design. Gostaríamos que o consumidor percebesse que ao comprar uma t-shirt por €5, este valor não corresponde em nada ao valor da cadeia de produção - está a perpetuar uma cadeia de exploração de mão de obra muito mal paga, a "dar cabo" dos recursos naturais da Terra, a enchê-la de lixo e de produtos que nunca são usados e só contribui para desastres ambientais que serão muito difíceis (às vezes mesmo impossíveis) de conseguir recuperar" explica. 

TEAR

Duas amigas sem qualquer ligação profissional à área da moda, mas com um gosto comum por este universo, Rita Canas Correia e Teresa Catapirra decidiram lançar a TEAR. Recente no mercado português e com peças de edição limitada, a TEAR rouba o nome ao instrumento de produção manual antigo, usado na confeção artesanal das peças. "O processo criativo das nossas peças começa com uma seleção de elementos que nos inspiram, passando depois para os desenhos feitos pela Rita, pela escolha dos tecidos de cada peça e de todos os pormenores. Por fim, todos os desenhos e tecidos seguem para o atelier dando início ao processo de confeção, acompanhado por nós até ao momento em que as peças finais nos são entregues" explica Teresa. 

A primeira coleção da TEAR chama-se Lisboa e é composta por apenas cinco designs, produzidas em quantidades reduzidas e em tons diferentes. "As peças são feitas por um atelier português, composto por uma equipa reduzida, o que consideramos uma vantagem, desde logo porque nos diferencia de marcas com produções em grande escala" revela. 

As peças da coleção Lisboa têm nomes alusivos a miradouros da capital como Santa Catarina, Graça, Torel, ou Santa Luzia. Sobre o slow fashion, a dupla explica que lhes permite "criar uma identidade, possibilitar uma escolha direcionada e específica, o que não acontece em grandes marcas. Para nós enquanto mulheres é importante que existam alternativas, é importante termos peças que não encontramos em qualquer lugar. A TEAR trabalha com coleções pequenas e de edição limitada precisamente porque é um objetivo nosso seguir esta linha e oferecer personalidade através das nossas linhas". Os valores oscilam entre os €35 e os €65. 

Oh Monday!

Criar uma marca era um sonho antigo de Margarida Marques de Almeida, co-fundadora do blogue Style It Up. "Mais do que uma marca de moda, queria que [a Oh Monday!] fosse uma marca de um lifestyle consciente, de bem com a vida e que trouxesse uma lufada de ar fresco a todas as mulheres, que as inspirasse a serem a melhor versão delas próprias, que lhe trouxesse mais autoestima e autoconfiança para cada recomeço" explica, sobre a génese da Oh Monday!. E o sonho era precisamente criar uma marca versátil, com tecidos de alta qualidade, com formatos para todos os corpos e moods. "Inspirei-me muito noutras mulheres empreendedoras, que transmitem força, confiança e contribuem para o empoderamento das outras mulheres" revela.

Sobre a ligação aos conceitos de slow fashion e de consumo consciente, amigo do ambiente, Margarida Marques de Almeida explica que "as matérias-primas utilizadas são naturais ou celulósicas (...) e a marca produz apenas o tecido suficiente para satisfazer as suas necessidades de produção, não contribuindo assim para excessos que acabarão em stock ou num aterro. Alguns tecidos são restos de coleções de outras marcas, aproveitando assim para dar uma finalidade útil a matérias já produzidas". Assim nasceram as peças da primeira coleção - desde lenços, passando por vestidos e tops -  100% portuguesas e fabricadas em ateliers especializados, onde o branco, o azul escuro e o dourado são protagonistas.

"O facto de não me focar em micro tendências e apostar na qualidade dos materiais e confecção, faz com que as peças possam ser usadas durante muito tempo, em várias situações das nossas vidas e que tenham durabilidade" esclarece. As peças da Oh Monday! variam entre os €25 e os €175.

BYOU by Patrícia Gouveia

A BYOU, de Patrícia Gouveia, nasceu em 2013. Amante de viagens, da Natureza e das pessoas, a designer idealizou uma marca que envolvesse esses três universos e aperfeiçoou esse ideal ao longo dos anos, aliando-o à sustentabilidade e à consciência do consumo. "Sem dúvida que o slow fashion e a sustentabilidade são dos conceitos que definem a marca, como por exemplo a aquisição de bens e confecção local, mantendo sempre uma ligação muito próxima com fornecedores, fabricantes e consumidores" revela. 

"Por norma, adquiro matéria prima para 20 a 30 unidades por modelo [os tecidos são comprados em fabricantes e armazenistas em Portugal] mas algumas vezes repito o processo. Já aconteceu vender 150 peças de um só modelo, mas raramente fugimos das 20/30, por uma questão de ética e posicionamento" explica. 

Para desenhar a coleção África, para a primavera/verão 2020, Patrícia inspirou-se em alguns membros da família. "Cada coleção parte sempre de uma situação da minha vida, por norma mais emotiva. Só conheço África através das histórias da minha avó e pai, mas foi daí que nasceu esta inspiração, desses momentos em que eu só queria ouvir e ouvir e imaginar como seria (...) e das fotografias das roupas que a minha avó usava" conta. "Foram lembranças que me surgiam, memórias boas e outras menos boas, que começaram a estruturar-se na minha cabeça. Roupas práticas, mas elegantes, com cores quentes e difusas nas fotografias amareladas do tempo". Assim nasce África, que tem também um cariz social: 3% das vendas são doadas à ONG Confident Children Out of Conflict. As peças da BYOU by Patrícia Gouveia custam entre os  €39 e os €165.

Näz

Em 2016, aos 23 anos e ainda aluna do mestrado em Design de Moda na UBI, Cristiana Costa fez nascer a Näz. "Na altura, estava a investigar o ciclo de reciclagem da lã na Covilhã na produção de materiais têxteis, e fiquei a perceber que a Indústria Têxtil em Portugal é bastante avançada no que toca à tecnologia, e que apesar de esta indústria contribuir cerca de 2% para o PIB nacional, até à data ainda não existia nenhuma marca de moda portuguesa sustentável a produzir em Portugal. A inspiração surgiu deste mix entre contexto e oportunidade" conta Cristiana Costa.

Assim, a Näz é uma marca com peças para homem e para mulher, confecionadas a partir de materiais sustentáveis, com um design minimalista, e orientadas para consumidores mais jovens. Em média, por cada peça, são produzidas entre 25 e 50 unidades em cada coleção (são duas, por ano). De casacos a vestidos e saias, há uma variedade de modelos, regra geral em tons neutros.

"Sustentabilidade e transparência são o core de tudo o que fazemos. Em primeiro lugar, sabemos que é impossível criar algo novo sem impacto associado. Por isso é que apostamos tanto em excedentes da indústria têxtil, que diminuem significativamente o nosso impacto" explica a fundadora, adiantando que quando optam "por produzir algum material, optamos sempre por materiais ecológicos como algodão orgânico ou linho, mas raramente produzimos algo do zero, ou seja, consultamos sempre os nossos parceiros para perceber o que eles estão a produzir atualmente." As peças da Näz custam entre €39,90 e €125. 

Conscious Swimwear 

Criada por Joana Silva em 2019, a Conscious Swimwear nasceu da necessidade de conseguir exprimir o seu estilo mais neutro também na praia. "E da criação de modelos versáteis que pudessem ser comprados em separado e conjugados de várias formas" conta-nos. O que torna esta marca diferente é a confeção dos biquínis (também há outras peças de roupa e acessórios, como chapéus) que é feita a partir de plástico reciclado. "O tecido é produzido em Itália e a sua composição são maioritariamente (78%) plásticos encontrados nos oceanos mas também em aterros de todo o mundo. A produção é diária e responde às necessidades atuais da marca. Isto também nos permite alcançar sustentabilidade porque evitamos excessos de stock" explica a fundadora. 

Em todo o processo - desde a matéria prima ao design, da confeção ao shipping - Joana Silva pensa no core da marca: ser sustentável e estar alinhada com o conceito de slow fashion. "Esta marca tem como objetivo criar awareness para um consumo mais consciente e trazer às pessoas uma opção mais sustentável quando se fala de swimwear. O ano passado juntámo-nos à entidade 1% for the Planet que reúne marcas de todo o mundo, que por sua vez revertem 1% das suas vendas anuais para causas ambientais. Este foi apenas mais um pequeno passo que nos aproxima do nosso objetivo: ter um impacto mais positivo no planeta" conclui. As peças da Conscious Swimwear custam entre os €39 e os €120.

Criativa, talentosa e naturalemente preocupada com a sustentabilidade, Marita Setas Ferro sempre esteve envolvida no setor da moda - foi, durante muitos anos, professora no curso de Design de moda na Escola Árvore.
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Até que decidiu aventurar-se com a sua marca própria, sustentável e portuguesa: a Marita Moreno. "Em 2015, quando criei a empresa e fiz o rebranding da marca Marita Moreno, percebi claramente que a ideia inicial em incorporar a riqueza cultural, artística e artesanal de Portugal nos produtos era um fator único e distintivo para a marca."
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A preocupação com a pegada ecológica evidencia-se, por exemplo, na última coleção à qual chamou Stardust and Sea, que inclui acessórios, calçado e carteiras para mulheres e homens. Nela, utilizou materiais inovadores, sustentáveis e reciclados tais como o biocouro nacional certificado, o pinatex, um têxtil de fibra de ananás, a cortiça nacional, a microfibra certificada ecologicamente na linha vegan, o têxtil artesanal feito com Cork-a Tex.
3 de 18 A preocupação com a pegada ecológica evidencia-se, por exemplo, na última coleção à qual chamou Stardust and Sea, que inclui acessórios, calçado e carteiras para mulheres e homens. Nela, utilizou materiais inovadores, sustentáveis e reciclados tais como o biocouro nacional certificado, o pinatex, um têxtil de fibra de ananás, a cortiça nacional, a microfibra certificada ecologicamente na linha vegan, o têxtil artesanal feito com Cork-a Tex.
Duas amigas sem qualquer ligação profissional à área da moda, mas com um gosto comum por este universo, Rita Canas Correia e a Teresa Catapirra decidiram lançar a TEAR. Uma marca recente no mercado português com peças em edição limitada, a TEAR empresta o nome ao instrumento de produção manual antigo, usado na confeção artesanal das peças.
Foto: TEAR
4 de 18 Duas amigas sem qualquer ligação profissional à área da moda, mas com um gosto comum por este universo, Rita Canas Correia e a Teresa Catapirra decidiram lançar a TEAR. Uma marca recente no mercado português com peças em edição limitada, a TEAR empresta o nome ao instrumento de produção manual antigo, usado na confeção artesanal das peças.
A primeira coleção da TEAR chama-se Lisboa e é composta por apenas cinco peças, com quantidades reduzidas de cada uma delas e tons diferentes.  “As peças são produzidas por um atelier português, composto por uma equipa reduzida, o que consideramos uma vantagem, desde logo porque nos diferencia de marcas com produções em grande escala."
Foto: TEAR
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As peças da coleção Lisboa ganham, assim, nomes alusivos a miradouros da capital como Santa Catarina, Graça, Torel, ou Santa Luzia.
Foto: TEAR
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Criar uma marca era um sonho antigo de Margarida Marques de Almeida, co-fundadora do blogue Style It Up. “Mais do que uma marca de moda, queria que [a Oh Monday!] fosse uma marca de um lifestyle consciente, de bem com a vida e que trouxesse uma lufada de ar fresco a todas as mulheres."
Foto: Oh Monday!
7 de 18 Criar uma marca era um sonho antigo de Margarida Marques de Almeida, co-fundadora do blogue Style It Up. “Mais do que uma marca de moda, queria que [a Oh Monday!] fosse uma marca de um lifestyle consciente, de bem com a vida e que trouxesse uma lufada de ar fresco a todas as mulheres."
Assim nasceram as peças da primeira coleção - desde lenços, passando por vestidos e tops -  100% portuguesas e fabricadas em ateliers especializados, onde o branco, o preto e o dourado são protagonistas.
Foto: Oh Monday!
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“O facto de não me focar em micro tendências e apostar na qualidade dos materiais e confecção, faz com que as peças possam ser usadas durante muito tempo, em várias situações das nossas vidas e que tenham durabilidade” explica Margarida Marques de Almeida.
Foto: Oh Monday!
9 de 18 “O facto de não me focar em micro tendências e apostar na qualidade dos materiais e confecção, faz com que as peças possam ser usadas durante muito tempo, em várias situações das nossas vidas e que tenham durabilidade” explica Margarida Marques de Almeida.
A BYOU, marca que Patrícia Gouveia criou nasceu em 2013. Amante de viagens, da Natureza e das pessoas, a designer idealizou uma marca que envolvesse esses três universos e aperfeiçoou esse ideal ao longo dos anos aliando-o à sustentabilidade e à consciência do consumo.
Foto: BYOU by Patrícia Gouveia
10 de 18 A BYOU, marca que Patrícia Gouveia criou nasceu em 2013. Amante de viagens, da Natureza e das pessoas, a designer idealizou uma marca que envolvesse esses três universos e aperfeiçoou esse ideal ao longo dos anos aliando-o à sustentabilidade e à consciência do consumo.
Para desenhar a coleção África, para a primavera/verão 2020, Patrícia inspirou-se nos avós. “Cada coleção parte sempre de uma situação da minha vida, por norma mais emotiva."
Foto: BYOU by Patrícia Gouveia
11 de 18 Para desenhar a coleção África, para a primavera/verão 2020, Patrícia inspirou-se nos avós. “Cada coleção parte sempre de uma situação da minha vida, por norma mais emotiva."
Assim nasce África, que tem também um cariz social: 3% das vendas são doadas à ONG Confident Children Out of Conflict.
Foto: BYOU by Patrícia Gouveia
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Em 2016, aos 23 anos e ainda aluna do mestrado em Design de Moda na UBI, Cristiana Costa fez nascer a Näz.
Foto: Näz
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Assim, a Näz é uma marca com peças para homem e para mulher, confeccionadas a partir de materiais sustentáveis, com um design minimalista, e orientadas para consumidores mais jovens.
Foto: Näz
14 de 18 Assim, a Näz é uma marca com peças para homem e para mulher, confeccionadas a partir de materiais sustentáveis, com um design minimalista, e orientadas para consumidores mais jovens.
Em média, por cada peça, são produzidas entre 25 e 50 unidades ao longo de cada coleção (são duas, por ano). De casacos a vestidos e saias, há uma variedade de modelos, regra geral em tons neutros.
Foto: Näz
15 de 18 Em média, por cada peça, são produzidas entre 25 e 50 unidades ao longo de cada coleção (são duas, por ano). De casacos a vestidos e saias, há uma variedade de modelos, regra geral em tons neutros.
Criada por Joana Silva em 2019, a Conscious Swimwear nasceu da necessidade de conseguir exprimir o seu estilo mais neutral também na praia.
Foto: Conscious Swimwear
16 de 18 Criada por Joana Silva em 2019, a Conscious Swimwear nasceu da necessidade de conseguir exprimir o seu estilo mais neutral também na praia.
O tecido é produzido em Itália e a sua composição são maioritariamente (78%) plásticos encontrados nos oceanos mas também em aterros de todo o mundo.
Foto: Conscious Swimwear
17 de 18 O tecido é produzido em Itália e a sua composição são maioritariamente (78%) plásticos encontrados nos oceanos mas também em aterros de todo o mundo.
Em todo o processo - desde a matéria prima ao design, da confeção ao shipping - Joana Silva pensa no core da marca: ser sustentável e estar alinhada com o conceito de slow fashion
Foto: Conscious Swimwear
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