Velha não, vintage se faz favor!
Será que a loucura da moda vintage é um sinal de que envelhecer (e tudo o que isso implica para uma mulher) pode finalmente ser visto como algo belo e autêntico em vez de algo a esconder?
Será que a loucura da moda vintage é um sinal de que envelhecer (e tudo o que isso implica para uma mulher) pode finalmente ser visto como algo belo e autêntico em vez de algo a esconder?
Antigamente, um procedimento bem-sucedido era imperceptível. Hoje, tornou-se símbolo de status em certos círculos - quer-se notável, até mesmo exagerado. O que mudou culturalmente para que "mostrar o trabalho" se tornasse desejável?
Entre cabelos grisalhos e histórias escritas no rosto, as semanas da moda mostraram que a verdadeira elegância vai muito além da juventude.
Aos 12 anos, escrevia sobre um mundo “tacanho e provinciano”. Aos 17, perguntava “como é que eu vou ser feliz se me sentir empurrada a ser quem não sou?”. Quem tem mão no próprio destino nunca se dobra - e é por isso que a primeira capa digital da Máxima define o zeitgeist: sereno, resoluto e graciosamente do contra.
A ciência capilar está a mudar a forma como pensamos o cabelo: o segredo está no couro cabeludo.
No Dia Mundial da Mulher, partimos de uma pergunta simples: porque é que duas mulheres com a mesma idade podem ter peles tão diferentes? A resposta não está apenas na passagem do tempo, mas na forma como a pele reage à vida, ao ambiente e às escolhas diárias.
“Os 67 anos acrescentaram-me rugas no rosto e pregas no rabo, flacidez nos antebraços e uma barriguinha descaída, mas a sorte de ter encontrado a pessoa certa, aquela que eu amo para lá da paixão e do encantamento, impediu que me subtraísse o entusiasmo e o desejo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“Os 67 anos acrescentaram-me rugas no rosto e pregas no rabo, flacidez nos antebraços e uma barriguinha descaída, mas a sorte de ter encontrado a pessoa certa, aquela que eu amo para lá da paixão e do encantamento, impediu que me subtraísse o entusiasmo e o desejo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.