Crónica Isabel Stilwell. Risquei janeiro da minha agenda!
Quem raio se lembrou de dizer que janeiro era o mês dos recomeços, dos novos planos, das doze passas, cada uma com um desejo mais impossível do que o outro?
Quem raio se lembrou de dizer que janeiro era o mês dos recomeços, dos novos planos, das doze passas, cada uma com um desejo mais impossível do que o outro?
Que consequências jurídicas podem existir, se é que existem, para factos do passado quando está em causa um crime semipúblico e o regime constitucional do Presidente da República? Rui Pereira, antigo Ministro da Administração Interna e professor de Direito, responde.
"Não apoio Gouveia e Melo por ter um ‘programa para mulheres’”. Apesar dos poderes limitados do Presidente da República, a sua influência é clara. Há diferenças entre as candidaturas ou a igualdade de género não pesa na escolha dos eleitores? Ouvimos mulheres que apoiam as várias opções.
Desde 2018 que está ligada ao governo de Maduro como vice-presidente. Apelidada como "La Tigresa", é atualmente a figura central de poder na Venezuela.
Nasceu dinamarquesa, mas diziam-na sueca. Chamava-se Snu, mas foi Ebba o nome que os pais lhe deram. 45 anos após a morte de Sá Carneiro e Snu Abecassis, recordamos o texto de Helena Matos sobre esta fascinante mulher.
Esta semana, no dia 25 de novembro, assinalou-se o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres. Uma data que continua a ser um lembrete de que, em pleno século XXI, ser mulher continua a ser um fator de risco.
A distinção foi alcançada pelo “seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos de povo da Venezuela e pela sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”.
Sobre a modéstia, o recato e a estranha decisão de, não só abdicar do protagonismo, como subjugar-se orgulhosamente à figura masculina. E ainda aceitar e espalhar essa ideia como se fosse um legado honroso.