"Mãe, não faças isso": a difícil arte de ensinar os pais (sobretudo a ouvir-nos)
Passamos a infância inteira a aprender com eles, mas será que também podemos educá-los? Falámos com uma psicóloga sobre a inversão de papéis.
Passamos a infância inteira a aprender com eles, mas será que também podemos educá-los? Falámos com uma psicóloga sobre a inversão de papéis.
A frase foi dita pela apresentadora francesa France Pierron durante um debate sobre Jérémy Doku, internacional belga, e sobre a possibilidade de o jogador deixar temporariamente o Mundial para assistir ao nascimento do primeiro filho. Uma psicóloga e uma ginecologista discordam.
"Audição", o quinto romance da norte-americana, é uma autêntica casa de espelhos, um caleidoscópio, uma vertigem. Uma narrativa em duas metades difíceis de conciliar, mas que conseguiu condensar muitos dos dramas universais da condição feminina. A Máxima conversou com a autora.
O que significa ser mãe hoje? Nesta série de testemunhos, partimos dessa pergunta para explorar a maternidade nas suas várias dimensões - pessoal, cultural e política - e o papel, em constante mudança, das mulheres na sociedade.
Onde estão os homens que elevam as mulheres e contribuem para a sua auto-estima? Da perspetiva de uma mãe de um bebé, menino, de 10 meses, de um pediatra e de uma criadora de conteúdos sobre parentalidade, reconstruimos um caminho que parece sem volta, à luz da masculinidade tóxica do agora.
A autora e psicanalista esteve em Portugal para apresentar o seu livro “Análise – Notas do Divã”, o primeiro a ser editado por cá. Nesta obra, que é meio livro de memórias, meio ensaio pessoal, Iaconelli entrelaça a história da sua família com o seu próprio processo de análise.
“Os 67 anos acrescentaram-me rugas no rosto e pregas no rabo, flacidez nos antebraços e uma barriguinha descaída, mas a sorte de ter encontrado a pessoa certa, aquela que eu amo para lá da paixão e do encantamento, impediu que me subtraísse o entusiasmo e o desejo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
No dia 1 de fevereiro, a lua traz efeitos especiais para todos os signos. Cada um sentirá a energia de uma forma diferente.