Feira do Livro de Lisboa: uma narrativa no feminino
Conversas, lançamentos e sessões de autógrafos com as mulheres que mais queremos conhecer.
Conversas, lançamentos e sessões de autógrafos com as mulheres que mais queremos conhecer.
Símbolo máximo da poesia erótica, do jornalismo e do feminismo português, pôs-se no meio da arena, em plena ditadura, e deu o peito às balas para que as mulheres tivessem todos os direitos que foram negados às gerações anteriores, e às anteriores. Maria Teresa Horta morreu, deixando um legado inigualável na literatura, no ativismo e na defesa intransigente da liberdade.
A monotonia de um dia de trabalho pode fazer com que todos os dias pareçam iguais. Acordar, vestir, apanhar trânsito (ou transportes), abrir o e-mail, contar as horas até ao almoço, contar as horas até às 18h, ir para casa e repetir tudo no dia seguinte.
Depois da tempestade, a bonança: com quase 30 anos de carreira, o reconhecimento. A repórter do povo, a que está onde mais ninguém quer estar, a que não se importa de estragar o penteado em direto. Hoje, pela primeira vez em muito tempo, parámo-la para lhe dar folga. Sentámo-la no lugar que raramente é o dela, com maquilhagem e enquadramento perfeitos. Hoje, não foi ela a correr atrás da história - foi a história que correu atrás dela.
A IA não deve ser utilizada para a cobertura de notícias de última hora.
A atriz, cantora e apresentadora que anunciou hoje a sua chegada no universo CM a partir de 2026, conversou com a Máxima sobre uma das situações mais duras da sua vida, mas também sobre o amor à profissão e de como é ser mãe solteira de quatro filhas. Artigo originalmente publicado em 2021.
Morreu hoje Clara Pinto Correia, mas a frase que deixou em 1991 continua a cortar o ar como se tivesse sido dita esta manhã. Trinta e tantos anos depois, a escritora e bióloga permanece um espelho incómodo de tudo o que ainda esperamos - e exigimos - das mulheres. A sua vida, marcada por fulgor intelectual, fecha-se agora, mas a crítica feroz aos preconceitos permanecerá impressa, como nesta entrevista dada a Maria Antónia Palla, antiga chefe de redação da Máxima.