Reflexão Máxima. A minha cultura não é a tua tendência
Com a crescente popularização de tendências indianas não pude deixar de me rever, com os meus 14 anos - afinal, já é cool ser asiática?
Com a crescente popularização de tendências indianas não pude deixar de me rever, com os meus 14 anos - afinal, já é cool ser asiática?
Já é difícil encontrar um tutorial que não mencione pelo menos um destes produtos. Agora, e para mal das nossas carteiras, teremos acesso direto.
Será que a loucura da moda vintage é um sinal de que envelhecer (e tudo o que isso implica para uma mulher) pode finalmente ser visto como algo belo e autêntico em vez de algo a esconder?
Bastou Matthieu Blazy apresentar saias plissadas de cintura baixa no último desfile Chanel - uma réplica das originais lançadas por Mademoiselle 100 anos antes -, para (re)validar a tese de que a moda tem uma capacidade de se reinventar incomparável. 2026 pode ou não ser um revival de 1926. Ainda assim, vale a pena vestir de novo.
Se esteve demasiado ocupado para acompanhar as semandas de moda, este é o guia de sobrevivência para uma fashionista em apuros.
Num mercado saturado de colaborações, a união entre a Veja e a Magliano lembra-nos que ainda é possível surpreender - quando para lá da forma há conteúdo.
Estas são algumas das mulheres que enfrentaram os trolls na internet e ainda deram uma lição de amor-próprio.
A tenista japonesa tem sido uma força transformadora, não só no desporto, como também no mundo da moda. A atleta trouxe para os courts looks arrojados e inesperados, quebrando as barreiras entre desporto e alta-costura.