A manicure mais desejada do momento é aquela que quase não se vê mas que é símbolo de status
As bare nails não são apenas a tendência da vez. São o ponto de partida para uma conversa sobre quem dita o que é belo - e quando.
As bare nails não são apenas a tendência da vez. São o ponto de partida para uma conversa sobre quem dita o que é belo - e quando.
No silêncio, quase sempre sem informação e acompanhamentos claros: é assim que vivem mais de três milhões de mulheres portuguesas. Ativas, funcionais e capazes, exige-se-lhes um envelhecimento sem rugas e flutuações de humor, mas nega-se-lhes o direito à valorização pessoal e profissional. Através de subtis atos de discriminação e ignorância, o século XXI ainda não sabe lidar com as senhoras que insistem em abanar o leque em locais públicos.
Esta semana, continuamos a refrescar-nos com as ideias que vão marcar o verão. Observamos a nova obsessão da moda pela literatura e, depois, subimos ao JNcQUOI Club, em Lisboa, para lançar uma iniciativa do Jornal de Negócios dedicada ao luxo, sem nos esquecermos de uma passagem por uma loja de beleza coreana. Para começar, partimos numa viagem pelos clubes de praia com a assinatura de vários designers e marcas. Instalados em alguns dos cenários mais exclusivos da Europa, têm o cunho de casas como a Gucci, a Dolce & Gabbana e a Armani.
A semana de 20 a 26 de julho traz felicidade, celebração e entusiasmo, mas não para todos os signos.
“Quando o nosso filho mais novo nasceu, os escombros do nosso amor eram um terreno miserável de abandono e solidão. Mantínhamo-nos unidos porque não sabíamos ao certo o que fazer com o desespero.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Entre segurança, liberdade religiosa e vontade própria, o Parlamento português aprovou a proibição da ocultação do rosto em espaços públicos. Para Saida, muçulmana, mãe e trabalhadora, o debate não é abstrato: atravessa a forma como vive, se apresenta e é recebida no país onde reside.
Foi hoje eliminado da legislação portuguesa o conceito de “violência obstétrica”, introduzido pela primeira vez em março do ano passado. A Assembleia da República aprovou a alteração à lei que regula os direitos na gravidez, no parto e no puerpério, sendo agora designado por “práticas inadequadas, desrespeitosas e não-consentidas”. Recordamos este texto que fala sobre a existência desta realidade no país.
O brilho continua a ser desejado, mas a forma de o alcançar tornou-se mais simples, mais consciente e, acima de tudo, mais próxima da realidade. Fomos testar.