Sim, o chip de partilha de localização é uma estratégia de marketing. A violência no namoro não
O dia em que a internet se indignou com aquilo que já aceita.
O dia em que a internet se indignou com aquilo que já aceita.
No Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, a Máxima foi ouvir Fatumata Djau Baldé, ativista e antiga Ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau. Mutilada aos nove anos, explica como se tornou numa figura maior da luta pela erradicação da prática que lhe deixou marcas para a vida.
Um resumo aprofundado sobre um dos casos mais notórios do momento.
Há memórias que não desaparecem. Regressam. Às vezes numa frase, numa música… ou num detalhe tão simples como o chuvisco no ecrã e a mira técnica que, durante anos, fizeram parte da “linguagem” da televisão.
Que consequências jurídicas podem existir, se é que existem, para factos do passado quando está em causa um crime semipúblico e o regime constitucional do Presidente da República? Rui Pereira, antigo Ministro da Administração Interna e professor de Direito, responde.
“Catarina Martins fará a diferença no que toca a trazer as fragilidades e obstáculos específicos das vidas das mulheres para o centro da discussão política.” Apesar dos poderes limitados do Presidente da República, a sua influência é clara. Há diferenças entre as candidaturas ou a igualdade de género não pesa na escolha dos eleitores? Ouvimos mulheres que apoiam as várias opções.
A libertação de um homem condenado por violência doméstica reacende perguntas difíceis: até que ponto o perdão é possível num crime que toca toda a sociedade? E que mensagem deixa para as vítimas?
Exposta sem consentimento aos 21 anos, Inês Marinho transformou a violência machista em ativismo. A criadora da associação Não Partilhes luta hoje por uma lei mais justa e por uma internet menos cruel.