Menos excesso, mais intenção. A nova linguagem da alta-costura

Entre o surrealismo de Schiaparelli, a escultura de Dior, o encantamento quotidiano da Chanel e as novas leituras de Balenciaga e Armani Privé, ficou claro que a couture de hoje vive menos do excesso e mais das ideias que consegue materializar.

Haute couture
14 de julho de 2026 às 17:20 Safiya Ayoob
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O mais recente desfile de moda da casa parisiense foi um conto de fadas protagonizado por heroínas saídas de histórias do quotidiano - rostos que não se procuram, mas não se esquecem. À semelhança de Coco Chanel, as modelos de Matthieu Blazy são elegantes, discretas, misteriosas. E, para o seu final feliz, preferem um "little black dress" ao invés de um vestido de noiva.

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