Celebridades

Quanto ganham, afinal, as influencers portuguesas com o Instagram?

São seguidas por milhares de pessoas, fazem uma série de publicações pagas por mês e arrecadam bons milhares por cada uma delas. De Ana Garcia Martins a Catarina Gouveia, saiba quem são.

Foto: @raquelstrada & @categouveia
29 de outubro de 2021 Máxima
Ana Garcia Martins, Raquel Strada, Catarina Gouveia, Sofia Ribeiro, Helena Coelho, ou Anita da Costa são algumas das influencers portuguesas que mais seguidores e influência têm no Instagram em Portugal - e também as que mais faturam com os chamados post comerciais nesta rede social que começou por ser dedicada apenas a publicações fotográficas, mas que hoje é uma máquina de faturar milhares para alguns usuários. Ana Garcia Martins, que começou o seu blogue em 2004, e que hoje faz comentários no Big Brother, tem cerca de 780 mil seguidores, a título de exemplo, mas Catarina Gouveia, atriz, também é seguida por um número elevado de fãs: 540 mil. Raquel Strada é seguida por 413 mil. Mas quem lidera verdadeiramente este ranking é Sofia Ribeiro, com aproximadamente 1 milhão de seguidores no Instagram. Com 330 mil seguidores, Madalena Abecassis começou recentemente a fazer publicações pagas com mais frequência, e está a ganhar terreno face a outras influencers.

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Embora os dados não sejam públicos, se avaliarmos a quantidade de posts mensais pagos em alguns destes perfis, rapidamente percebemos que por detrás de cada imagem há um budget. Embora os valores não sejam oficiais, sabe-se que ganham entre 1200 a 4 mil euros ao post (as ditas histórias ou stories têm outra tabela), e que os valores são, muitas vezes, negociáveis. Por vezes, claro, estes valores superam-se. E, embora também não seja oficial, sabe-se que o número de seguidores é proporcional à quantia recebida, pois quanto mais público existir mais próvavel é que a informação chegue a mais pessoas. Os valores dependem, também, do facto de ser uma campanha "one shot", semestral ou anual. Por um post isolado, por norma, o valor é sempre mais elevado.

Além desta forma de faturar, também há quem receba valores específicos por presença em determinado evento, e aí entramos numa tabela diferente, que é a das presenças, e que já existia muito antes do Instagram se tornar a montra gigante que se tornou hoje.
De acordo com a agência Influenza, há outras formas de faturar: através de lançamentos próprios, marketing de afiliados, que é a forma de muitos influencers começarem. "O influencer recomenda um produto ou serviço e quando alguém compra esse produto ou serviço utilizando o link disposto pelo mesmo, ele é recompensando financeiramente pela marca", explica esta agência no seu site. E ainda com venda de fotografias e presets (presets são bases já feitas com filtros, guidelines, orientações, para determinada pessoa replicar as suas fotografias). Por fim, as agências de comunicação ou de influenciadores são as grandes mediadoras, fazendo a ponte entre as marcas e estas influencers, para qualquer uma destas ações. É caso para dizer que é um negócio que continua em expansão, em Portugal e no mundo.
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Raquel Strada, Ana Garcia Martins, Catarina Gouveia, Sofia Ribeiro, Helena Coelho, Anita da Costa, Instagram, Portugal, Big Brother
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