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Sem varizes à vista: descubra como prevenir e conseguir umas pernas saudáveis

Queixas iniciais como dor, peso e cansaço das pernas são, muitas vezes, assumidas como normais. No entanto, podem ser sinais de uma doença crónica e devem ser tratadas desde o início.

08 de julho de 2021

Falamos da Doença Venosa Crónica (DVC), cujo tratamento aos primeiros sintomas limita a progressão da doença, melhora muito a qualidade de vida e evita o aparecimento de varizes e alterações da pele. É comum pensar-se que as pernas pesadas e cansadas com frequência, sobretudo ao final do dia, são sinais comuns... Mas não é assim tão normal! Possivelmente sofre de DVC.

Esta é uma patologia normalmente associada às varizes, mas que começa muito antes e, muitas vezes, ainda sem as varizes à vista. As primeiras queixas são pernas pesadas, cansadas, dor nas pernas e inchaço. Estes sintomas são habitualmente sentidos na zona dos gémeos e tendem a piorar ao longo do dia e com o tempo quente. Se já teve estas queixas, está na hora de consultar o médico ou o farmacêutico. Para já, e enquanto espera pela consulta de aconselhamento, explicamos tudo sobre a doença, com dicas que podem ajudar a prevenir e a tratar.

O que é a doença venosa crónica?


É uma doença venosa, crónica e evolutiva. Pode manifestar-se desde cedo e certamente pode piorar ao longo do tempo, sobretudo se não for tratada. A dor de pernas e a sensação de pernas pesadas são dos primeiros sintomas a ter em atenção. Ocorrem com mais frequência ao final do dia e podem evoluir para as tão conhecidas varizes – a complicação mais falada desta patologia.


Sintomas ou sinais de doença venosa crónica


• Sensação de pernas pesadas, especialmente ao fim do dia, e aliviada pela elevação dos pés ou por uma caminhada


• Pernas inchadas, particularmente na zona dos gémeos e em torno dos tornozelos


• Dor nas pernas


• Dormência ou formigueiro


• Cãibras musculares


• Comichão


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Porque é que estas queixas tão comuns podem ser sinal de DVC?


O sangue das veias das pernas flui em direção ao coração. O que acontece é que esta doença é caracterizada pela dificuldade das pernas em enviar sangue de volta para o coração. Afeta as válvulas das veias – que têm a função de prevenir o refluxo de sangue –, o que provoca a acumulação do sangue nas veias das pernas.


Quem tem mais probabilidade de sofrer de DVC?


Mais de oito em cada 10 pessoas no mundo inteiro são afetadas pela doença, o que significa que é mais comum do que pensamos. Embora as mulheres sejam mais propensas a sofrer da patologia, também os homens podem ser afetados. Não é um exclusivo feminino.

No entanto, as mulheres têm tendência a preocupar-se mais com a saúde e com o aspeto das pernas. Além disso, há uma maior predisposição natural da mulher para o desenvolvimento da patologia e que está relacionada com a toma de contracetivos orais (pílula), menstruação, gravidez, uso de saltos altos...

Ainda assim, grande parte dos fatores que contribuem para a doença são comuns para os dois sexos. São vários os indicadores de risco, que podem estar associados tanto ao aparecimento como ao agravamento das queixas.


Fatores que contribuem para a DVC


• Idade (sintomas aumentam com a perda da elasticidade das veias, que não se contraem com tanta facilidade)


• Genética


• Tabagismo


• Excesso de peso


• Fatores dietéticos


• Hábitos sedentários


• Postura no trabalho (em posição sentada ou de pé por períodos de tempo prolongados – sendo que a posição sentada ganhou relevância na era Covid e pós-Covid com o teletrabalho)


• Manter as pernas cruzadas


• Levantamento de pesos (superiores a 10 kg para mulheres e mais de 25 kg para os homens)


• Prática de desportos que exercem forte pressão como ténis, squash, musculação, andebol, basquetebol...


• Uso de roupa apertada (cintos, calças justas, sapatos apertados...)


• Calor



Chefes de cozinha, cabeleireiros, caixa, motoristas, cirurgiões, empregados de balcão, equipas administrativas, equipas de saúde, hospedeiros... São profissões que obrigam a muitas horas em posição prolongada sentada ou em pé, o que significa que têm maior risco de desenvolver Doença Venosa Crónica.




O que pode fazer para prevenir e tratar a DVC?


À medida que a Doença Venosa Crónica avança – e caso não seja tratada –, podem começar a surgir as varizes visíveis e, muitas vezes, dolorosas, seguidas de complicações incapacitantes, tais como edema e alterações tróficas com variações na cor da pele.



Há diversas medidas diárias que se podem e devem adotar para combater a doença venosa crónica, como o estilo de vida ativo e a toma de venoativos. Para adotar estas mudanças fundamentais, o conselho do médico e do farmacêutico é essencial.



Procure o aconselhamento médico e farmacêutico para encontrar e garantir um tratamento que é adequado para si. Este passo é fundamental e não deve nunca ser descurado! Com o apoio destes profissionais de saúde, pode combater a doença venosa crónica com a toma de medicamentos – como os venoativos –, que protegem o capital venoso das pernas. Esta toma deve ser acompanhada, claro, pela prática de exercício físico regular e pela adoção de uma dieta alimentar equilibrada.


Bons hábitos para combater a DVC


1. Mantenha-se ativo com a prática de desportos adequados (e equipamentos!) – marcha, ginástica, ciclismo, dança e natação são modalidades que facilitam o retorno venoso


2. Mexa as pernas, sobretudo se vai permanecer sentado ou de pé durante muito tempo – em viagens longas, por exemplo, faça pausas, caminhe e movimente os pés


3. Adote uma alimentação saudável e rica em antioxidantes e fibras


4. Beba água, cerca de 1,5 litros por dia


5. Não use calçado muito alto ou muito baixo – o ideal para o bom funcionamento da circulação nas pernas é um salto de 3 ou 4 cm


6. Escolha roupa confortável e fluida


7. Evite fontes de calor, como a exposição solar, a depilação com cera quente, a proximidade a sistemas de aquecimento, os banhos quentes e saunas...


8. Opte por enxaguar as pernas com água fria no final do duche e, se possível, caminhe perto de zonas com água (à beira-mar, por exemplo)


9. Durante o sono, eleve o fundo da cama em cerca de 10 a 15 cm, com a ajuda de almofadas, por exemplo


10. Massaje as pernas com regularidade, em movimentos ascendentes, dos pés até às coxas


11. Consulte o médico e peça o aconselhamento do farmacêutico assim que sentir dor nas pernas, sensação de pernas pesadas, tornozelos inchados ou veias visíveis.




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