Vestimo-nos de obras de arte durante uma semana – mas ninguém no escritório percebeu
Caminhámos entre secretárias como telas vivas, mas, num espaço cheio de olhos, faltou o essencial: ver. "How would they know?"
Caminhámos entre secretárias como telas vivas, mas, num espaço cheio de olhos, faltou o essencial: ver. "How would they know?"
Mamdani recusou ir ao evento do ano, que em 2026 tem como principal patrocinador o dono da Amazon.
Sabemos que talvez não seja a resposta que queria ouvir, mas é, muito provavelmente, a mais sensata.
O curador da exposição Arte & Moda dirá que nunca se viu nada assim, “nem no Metropolitan, nem no Victoria & Albert, nem no Louvre”. A mostra reúne 270 peças, das quais 140 são criações de alta-costura, as restantes são obras de arte da colecção Calouste Gulbenkian – 500 anos de arte em diálogo com 150 anos de moda. Para visitar até 21 de junho.
Jessica Pires criou um colar inspirado em "Lux" e tentou fazê-lo chegar a Rosalía. Conseguiu-o em Lisboa.
Será que a loucura da moda vintage é um sinal de que envelhecer (e tudo o que isso implica para uma mulher) pode finalmente ser visto como algo belo e autêntico em vez de algo a esconder?
“Manuel, beija-me. Leva-me para um canto desta pequena floresta." Obedeceu. Deitámo-nos no meio das árvores, sobre folhas e ervas." Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Bastou Matthieu Blazy apresentar saias plissadas de cintura baixa no último desfile Chanel - uma réplica das originais lançadas por Mademoiselle 100 anos antes -, para (re)validar a tese de que a moda tem uma capacidade de se reinventar incomparável. 2026 pode ou não ser um revival de 1926. Ainda assim, vale a pena vestir de novo.