"Não à guerra e liberdade para a Palestina." Nos Óscares de 2026, nem tudo é sobre vestidos - há política na arte
Entre discursos, aplausos e algumas declarações inesperadas, a maior noite do cinema transformou o palco num lugar de posicionamento.
Entre discursos, aplausos e algumas declarações inesperadas, a maior noite do cinema transformou o palco num lugar de posicionamento.
A cerimónia dos Óscares voltou a reunir as estrelas de Hollywood no Dolby Theatre, em Los Angeles, para celebrar o melhor do cinema do último ano. Entre os vencedores da noite, Jessie Buckley conquistou o prémio de Melhor Atriz pela interpretação em "Hamnet", enquanto Michael B. Jordan levou para casa o aguardado Óscar pelo desempenho em "Pecadores".
Marcada para este sábado na Praça de São Pedro, a cerimónia reunirá líderes mundiais, membros da realeza e milhares de fiéis numa última homenagem ao pontífice argentino. Promete ser um dos momentos mais marcantes da história recente da Igreja Católica.
A 97.ª edição dos Óscares trouxe momentos inesquecíveis, discursos marcantes e algumas surpresas que tornaram a noite do cinema mundial ainda mais especial. O evento celebrou a sétima arte com grandes vencedores e momentos que já entram para a história da Academia.
É um dos nomes mais consagrados da geração de escritores atual na Colômbia. O escritor de 66 anos esteve em Portugal para apresentar o seu novo livro, "Salvo o Meu Coração, Tudo Está Bem" (Alfaguara Portugal).
Uma crónica quinzenal na qual a jornalista diz coisas sobre o mundo e os que nele habitam que não pode dizer num artigo a sério – se quiser manter o trabalho.
Durou 90 minutos. Trump foi igual a si próprio. Hesitou em cumprimentar a adversária, mas ela caminhou até ele de mão estendida. Kamala olhou para Trump sempre que o discurso lhe era dirigido. Ele pouco olhou para ela. E houve sorrisos de desdém de um lado e de incredulidade do outro.