Entre espelhos e intenções. A Máxima com Matilda, nos bastidores do lançamento de “Meu Norte”
Cantar sobre sentimentos? Obviamente cool.
Cantar sobre sentimentos? Obviamente cool.
“Há uma coisa de que não se fala quando falamos de violência em casa, mas que eu sinto e acredito que aconteça com outras pessoas: parece que sou incapaz de me sentir feliz. Há sempre uma tormenta qualquer, indizível e invisível, um tolhimento no estômago, uma impossibilidade de desfrutar.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
As pessoas diziam que era maluca - e houve uma altura em que Marie acreditou. Ao longo de quatro anos, "La Vie de Maria Manuela" foi sendo filmado longe do ruído imediato das redes. A Máxima viu-o em primeira mão e falou com a protagonista, o realizador e o produtor.
Esta semana, fomos conhecer uma inesperada marca portuguesa e viajamos até champanhe para visitar as caves da emblemática Ruinard. Mas o grande destaque vai para a morte de Valentino Garavani: mais do que um criador de moda, foi um símbolo cultural e um dos últimos grandes da alta-costura clássica. Num mundo apressado, Valentino defendeu o rigor, a beleza e o tempo do gesto perfeito.
Está aí um dos filmes mais celebrados do momento: “Valor Sentimental”, de Joachim Trier, história de pais e filhas na Oslo contemporânea. A Máxima esteve com Renate Reinsve e Inga Ibsdotter Lilleaas, nomeada para melhor atriz secundária. Atrizes brilhantes que contam o nível de felicidade que estão a viver após a receção triunfal de um filme que, ao todo, tem nove nomeações da Academia, incluindo melhor filme.
Antes de hashtags e manifestos virais, houve mulheres que abriram caminho com palavras firmes - esta rubrica recupera as suas entrevistas para a Máxima. Afinal, voltar ao passado é, também, um gesto de futuro.
“Um dia, apareceu-nos em casa com aquela mulher de cabelos encaracolados e compridos, mais parecia uma leoa com a sua juba selvagem, de calças e blusão de ganga e um top bastante decotado, vários brincos em cada orelha, uma tatuagem em cada pulso.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“Um dia, apareceu-nos em casa com aquela mulher de cabelos encaracolados e compridos, mais parecia uma leoa com a sua juba selvagem, de calças e blusão de ganga e um top bastante decotado, vários brincos em cada orelha, uma tatuagem em cada pulso.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.