De "ratos com asas" a ícones da Gen Z, o maior glow up de 2026 pertence aos... pombos
Escreva "pombos" no Google e tudo o que vai encontrar são páginas de como se ver livre deles. Quando é que passaram de animais domésticos a pragas?
Escreva "pombos" no Google e tudo o que vai encontrar são páginas de como se ver livre deles. Quando é que passaram de animais domésticos a pragas?
Símbolo máximo da poesia erótica, do jornalismo e do feminismo português, pôs-se no meio da arena, em plena ditadura, e deu o peito às balas para que as mulheres tivessem todos os direitos que foram negados às gerações anteriores, e às anteriores. Maria Teresa Horta morreu, deixando um legado inigualável na literatura, no ativismo e na defesa intransigente da liberdade.
Antes de hashtags e manifestos virais, houve mulheres que abriram caminho com palavras firmes - esta rubrica recupera as suas entrevistas para a Máxima. Afinal, voltar ao passado é, também, um gesto de futuro.
Antes de hashtags e manifestos virais, houve mulheres que abriram caminho com palavras firmes - esta rubrica recupera as suas entrevistas para a Máxima. Afinal, voltar ao passado é, também, um gesto de futuro.
Nasceu dinamarquesa, mas diziam-na sueca. Chamava-se Snu, mas foi Ebba o nome que os pais lhe deram. 45 anos após a morte de Sá Carneiro e Snu Abecassis, recordamos o texto de Helena Matos sobre esta fascinante mulher.
Dos 19 aos 53 anos, em qualquer uma das suas escolhas profissionais, Catarina esteve sempre exposta ao grande público. Como se alcança a liberdade com tão grande escrutínio? Da dança que sempre praticou às causas feministas que a agitam e a fazem estar mais perto das mulheres que a abordam diariamente — há os afetos, a família e as falhas que a fizeram avançar. Conversámos com Catarina Furtado, no meio de vinhedos a perder de vista, no Hotel Les Sources de Caudalie, em Bordéus.
Nos últimos meses, o caso que opôs Joana Marques aos Anjos, mas também a Operação Marquês, prenderam a nossa atenção com liveblogs ao minuto nos jornais nacionais. É essencial saber o que se passa nos tribunais, mas será problemático fazer disso entretenimento? No dia em que Joana Marques foi absolvida no processo movido pelos Anjos, recuperamos a crónica assinada em julho por Catarina Moura.
No seu romance de estreia, Hattie Williams, conta a história dolorosa e cativante de Charlie, uma jovem que perdeu a mãe aos 16 anos e que, anos depois, tem um caso de amor destrutivo com um escritor famoso, muito mais velho, e que era o autor preferido da mãe. Um livro que tanto ajuda a curar feridas antigas, caso existam, como serve de alerta.