Não responder, não demonstrar interesse, não querer saber: como nasceu a "cultura do desinteresse"?
Nos dias de hoje não há nada mais cringe do que querer saber.
Nos dias de hoje não há nada mais cringe do que querer saber.
Dos hussardos a Kate Moss em Glastonbury, até Jenna Ortega na Dior, o casaco militar é o comeback mais polémico da estação.
A moda é cíclica e desta vez regressa numa mistura de nostalgia, modernidade e girl math.
As Kardashians, que há 10 ou 15 anos definiam tendências através dos BBLs e de curvas acentuadas, estão agora visivelmente mais magras. Torna-se difícil ignorar que a norma voltou a ser a magreza extrema, talvez ainda mais do que no início dos anos 2000.
Em 2026, a pergunta soa quase absurda: como é que sabemos tão pouco sobre o epicentro da nossa felicidade?
Será que a loucura da moda vintage é um sinal de que envelhecer (e tudo o que isso implica para uma mulher) pode finalmente ser visto como algo belo e autêntico em vez de algo a esconder?
Mais do que uma tendência, a inclusão exige continuidade.
Associado há décadas às clássicas bandanas, este motivo ornamental atravessou séculos, culturas e movimentos estéticos - e regressa agora à moda contemporânea com uma nova relevância.