"O difícil - mas também o mais confortável - é não estarmos lá." Como a diáspora venezuelana vive a tragédia
Há distâncias que não se medem em quilómetros. Medem-se no tempo que demora uma chamada a ser atendida, na espera por um nome numa lista de desaparecidos. Dois venezuelanos em Portugal contam como se sentem depois do sismo.