Capricórnio, Caranguejo, Balança e Carneiro enfrentam uma fase exigente e decisões cruciais até dia 12
Guerra, competição ou cooperação - de que lado estes signos vão estar?
Guerra, competição ou cooperação - de que lado estes signos vão estar?
Se é Caranguejo, Carneiro ou Leão, 2026 não vai passar em branco
O que é um ícone? "São aquelas pessoas que, quando morrem, há qualquer coisa que morre com elas", responde a atriz, e lembra-se de David Bowie, que nunca deixou de mudar. Kelly Bailey, que há mais de 10 anos vemos nos ecrãs, também mudou, está mais crescida, é mãe. Mas há coisas que permanecem, como aquela luz que vem de dentro e faz qualquer coisa a quem a recebe.
A Passagem de Ano pode ser tudo… menos indiferente! Entre expectativas e desejos de um novo começo, espreitámos os astros para saber quem entra no novo ano com as estrelas do seu lado.
A atriz, cantora e apresentadora que anunciou hoje a sua chegada no universo CM a partir de 2026, conversou com a Máxima sobre uma das situações mais duras da sua vida, mas também sobre o amor à profissão e de como é ser mãe solteira de quatro filhas. Artigo originalmente publicado em 2021.
São muitas as vozes que se despedem hoje de Clara Pinto Correia. Uma mulher que, apesar de controversa, nunca deixou de escrever o que pensava. Nos últimos anos vivia em Estremoz e publicava crónicas no jornal online Página Um. Lê-la é ouvi-la, mas também um abre olhos.
Nos últimos 15 anos, o criador de conteúdos deu o corpo às balas nas redes sociais para dizer “basta!” ao preconceito, de punho cerrado e braço no ar, gesto pelo qual se tornou conhecido entre aqueles que o acompanham. A outra mão está pousada na anca, porque a atitude é tudo na vida.
Morreu hoje Clara Pinto Correia, mas a frase que deixou em 1991 continua a cortar o ar como se tivesse sido dita esta manhã. Trinta e tantos anos depois, a escritora e bióloga permanece um espelho incómodo de tudo o que ainda esperamos - e exigimos - das mulheres. A sua vida, marcada por fulgor intelectual, fecha-se agora, mas a crítica feroz aos preconceitos permanecerá impressa, como nesta entrevista dada a Maria Antónia Palla, antiga chefe de redação da Máxima.