Por que estamos todos tão obcecados por Bruna e Shawn?
Às vezes, basta um duo bonito para nos lembrar o quanto gostamos de espreitar o amor dos outros.
Às vezes, basta um duo bonito para nos lembrar o quanto gostamos de espreitar o amor dos outros.
Quando a magreza nunca chega, algo está errado. E não é só connosco.
Há algo de poeticamente cruel em janeiro. Enquanto arrumamos as luzes de Natal e prometemos voltar ao ginásio, há quem esteja a preparar outra resolução – menos instagramável, mas profundamente transformadora: o divórcio.
"A mulher solteira encontrou o seu lugar", escrevia a revista TIME em agosto de 2000, numa edição dedicada, em parte, à série "O Sexo e a Cidade". 25 depois, a profecia confirma-se. Há cada vez mais mulheres que não querem casar. Adoram as suas vidas. Sentem-se realizadas. Fazem planos a longo prazo. Mas nada disso passa por uma vida a dois. O seu estado civil é outro: bem resolvidas. São um perigo para a sociedade patriarcal.
Na verdade, é uma actividade tão simples e prazerosa que chamar-lhe “exercício” é um exagero. E, no entanto, estudos clínicos indicam que é a melhor coisa que pode fazer para ter um cérebro jovem.
A idade sempre foi o grande tema da beleza e hoje, mais do que nunca, (quase) todos queremos parecer mais jovens. Conversámos com Andrea Maier, geriatra e especialista em longevidade, sobre o grande mistério do tempo no nosso corpo.
São as conclusões de uma investigação recente sobre a correlação entre o tempo de ecrã e os problemas emocionais no universo infanto-juvenil. Não basta restringir, é preciso oferecer apoio emocional.
Quando alguém passa por um momento difícil o normal é deitar as mãos à cabeça e perguntar “o que é que eu faço agora?!” Mas o normal nem sempre é o mais útil e, de acordo com a psicologia, o melhor é recorrer à auto-conversa distanciada.