Não responder, não demonstrar interesse, não querer saber: como nasceu a "cultura do desinteresse"?
Nos dias de hoje não há nada mais cringe do que querer saber.
Nos dias de hoje não há nada mais cringe do que querer saber.
"Audição", o quinto romance da norte-americana, é uma autêntica casa de espelhos, um caleidoscópio, uma vertigem. Uma narrativa em duas metades difíceis de conciliar, mas que conseguiu condensar muitos dos dramas universais da condição feminina. A Máxima conversou com a autora.
Apontado como um dos filmes mais perturbadores de 2026, o verdadeiro desconforto surge quando percebemos o quão familiar esta história pode ser para tantas mulheres.
Em Cannes, Marion Cotillard continuou a ser musa. Em “Karma”, do seu ex-Guillaume Canet, foi insuperável num papel de grande sofrimento físico e emocional. Mas também foi vista em “Roma Elastica”. Conversa num terraço de Cannes, com uma aparição “desconfortável” de…Canet!
As Kardashians, que há 10 ou 15 anos definiam tendências através dos BBLs e de curvas acentuadas, estão agora visivelmente mais magras. Torna-se difícil ignorar que a norma voltou a ser a magreza extrema, talvez ainda mais do que no início dos anos 2000.
“Amor era uma coisa de rapaz com rapariga, menina com menino. Não havia, no nosso espaço mental, na nossa singela e ingénua concepção do amor, a possibilidade de duas miúdas se pegarem aos beijos e aos apalpões.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Nesta 19.ª edição, que começa hoje, o protagonismo é feminino, mas está longe dos clichés. Há tensão, há escolha e há histórias que deixam marca.