Helena Isabel: "Ninguém é mais exigente com a minha pessoa do que eu própria"
Ícone de elegância, a atriz prova que a simplicidade ainda consegue surpreender. Acompanhámo-la ontem nos bastidores da gala da TVI.
Ícone de elegância, a atriz prova que a simplicidade ainda consegue surpreender. Acompanhámo-la ontem nos bastidores da gala da TVI.
No Chiado, entre a história e a modernidade, há um projeto que está a redefinir o conceito de luxo, aproximando-o de um consumo mais consciente e sustentável. Chama-se Refuse a loja fundada por Laura Vieira que propõe que peças de marcas como Chanel, Dior, Hermès, Balenciaga, Prada ou Yves Saint Laurent ganhem uma nova vida, e onde se prova que consumir em segunda mão pode ser não só consciente como, também, elegante.
Esta edição da ModaLisboa, de 1 a 5 de outubro, conta com uma série de iniciativas e ações, para as quais convida diferentes públicos, num exercício de partilha coletiva entre a moda e a cultura. A Máxima traz-lhe os destaques dos eventos abertos ao público e explica como poderá assistir aos desfiles, mesmo sem convite.
A filha mais nova dos reis de Espanha começou esta semana um dos capítulos mais marcantes da sua vida na universidade Forward College, no Chiado. Durante um ano, vai viver numa residência de estudantes em Benfica.
Folcore é o nome da nova coleção da marca de roupa, inspirada na tradição portuguesa. À Máxima, Madalena Rugeroni, uma das fundadoras, revelou alguns detalhes e refletiu sobre três anos de sucesso exponencial.
“O meu Gonçalo morreu e eu não queria sair daqui, largar a vida que tínhamos. Resisti o quanto pude. Queria tudo menos regressar à aldeia.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Na semana em que começa o Lisbon Design Week, a Máxima foi falar com a sua fundadora. Uma advogada belga, com experiência na organização de eventos artísticos, que deu por si a viver em Portugal pouco antes da pandemia. Ficou maravilhada com a qualidade do trabalho dos artesãos portugueses.
Símbolo máximo da poesia erótica, do jornalismo e do feminismo português, pôs-se no meio da arena, em plena ditadura, e deu o peito às balas para que as mulheres tivessem todos os direitos que foram negados às gerações anteriores, e às anteriores. Aos 86 anos, continuava a ser uma inspiração e uma referência de justiça, inteligência e sensibilidade, como de candura, de teimosia e do “mau feitio” dos muito poucos que fazem o mundo avançar. Maria Teresa Horta morreu, deixando um legado inigualável na literatura, no ativismo e na defesa intransigente da liberdade.