Poderá a forma como organizamos a nossa roupa influenciar a sorte que temos na vida?
O Feng Shui diz que sim.
Mais do que uma tendência decorativa, o Feng Shui é uma filosofia de vida. Um verdadeiro guia prático para atrair boa sorte e equilíbrio. Literalmente traduzido como “vento e água”, trata-se de uma antiga prática chinesa que procura harmonizar o fluxo da energia vital - o Chi - nos espaços que habitamos. Através da organização, do design e da utilização consciente dos cinco elementos naturais - madeira, água, fogo, terra e metal -, bem como de cores, formas e da técnica do Baguá (o mapa energético), o Feng Shui promove saúde, prosperidade e bem-estar.
Sabemos que esta filosofia influencia a energia de toda a casa. O que muitas vezes esquecemos é que esse impacto chega também aos lugares mais íntimos - como o roupeiro. A forma como organizamos este móvel (ou espaço) pode interferir não apenas no nosso quotidiano, como também na energia que nos rodeia e na sorte que atraímos. No livro Regras de Ouro do Feng Shui, de Rinoie Yuchiku, mestre de Feng Shui de 19.ª geração, o autor afirma que “os espaços de arrumação tais como os roupeiros, os toucadores ou as cómodas são vistos no Feng Shui como repositórios de boa sorte. Não servem apenas para guardar os pertences”. A arrumação, portanto, deixa de ser apenas uma questão estética - torna-se uma escolha energética.
Segundo o autor, quando os objetos estão empilhados de forma desorganizada, dificultando a nossa visão, torna-se mais difícil acumular fortuna. Da mesma forma, um armário excessivamente vazio, que não está a ser devidamente utilizado, também não favorece a prosperidade, sobretudo no que diz respeito às poupanças. No Feng Shui, equilíbrio é a palavra-chave: nem excesso, nem vazio.
Se, mesmo sem ser uma praticante fervorosa desta filosofia, começou a olhar para o guarda-roupa com alguma desconfiança, há boas notícias. Rinoie Yuchiku deixa orientações simples e acessíveis para criar um roupeiro energeticamente harmonioso.
A primeira regra prende-se com a roupa interior: deve ser guardada na gaveta de cima, ou ligeiramente acima do centro do móvel. Como explica o mestre, “a roupa interior é a que está em contacto mais próximo do seu corpo e, como tal, a que tem maior influência na sua fortuna”. Outro ponto essencial é a organização por estações. Misturar peças de verão e de inverno na mesma gaveta não é aconselhável, pois, de acordo com o autor, “misturar estações numa gaveta significa que não está a prestar a atenção devida às mudanças do tempo e que faltam referências temporais na sua vida”. A solução é simples: a roupa de inverno deve ocupar as zonas inferiores do armário, enquanto as peças de verão devem ficar nas partes mais altas.
Depois das gavetas, é tempo de olhar para a roupa pendurada. Também aqui existe uma ordem ideal: as peças mais pesadas devem ficar do lado esquerdo, e as mais leves do lado direito. Esta disposição ajuda a criar equilíbrio e fluidez energética no interior do roupeiro.
Por fim, um erro frequente que convém evitar: guardar os sapatos no mesmo espaço onde se organiza a roupa. Segundo o autor, o calçado de rua transporta consigo “todo o tipo de fortuna, tanto boas como más”, o que pode interferir com a energia das peças que vestimos diariamente.
Organizar o roupeiro segundo os princípios do Feng Shui é, no fundo, um gesto de autocuidado. Mais do que arrumar roupa, trata-se de alinhar intenção, estética e bem-estar. Porque quando o espaço onde escolhemos o que vestir está em harmonia, também nós nos movemos pelo mundo com mais leveza, clareza e, quem sabe, um toque extra de sorte.
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