O guia dos protetores solares: o que procurar e o que evitar

Sendo que a única coisa proibida é não usar.

Mulher relaxa ao sol com óculos de proteção e roupa de banho Foto: Getty Images
03 de junho de 2026 às 13:00 Safiya Ayoob

Há produtos que entram no saco de praia por hábito, e há os que merecem mesmo lá estar. O protetor solar pertence à segunda categoria: é menos um detalhe de verão e mais um gesto de cuidado, quase tão essencial como os óculos de sol ou uma garrafa de água fresca. A diferença está em escolher bem porque nem todos os solares são iguais, e a pele sabe distinguir.

Comecemos pelos que devemos evitar: fórmulas antigas, esquecidas no armário desde o verão passado, com cheiro alterado ou textura separada. Também não são os melhores aliados os protetores com SPF demasiado baixo para exposição intensa, os óleos bronzeadores sem proteção real, ou aqueles que prometem milagres mas não indicam claramente proteção UVA e UVB. No verão, sobretudo em dias de praia, a leveza da fórmula não deve sacrificar a eficácia.

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O solar ideal é aquele que protege, mas que também apetece usar. Para o rosto, queremos texturas fluidas, confortáveis, que não deixem a pele pesada nem brilhante em excesso. Um SPF 50 ou 50+ é sempre uma escolha inteligente, especialmente se há manchas, pele sensível ou tendência para vermelhidão. E, quando há proteção UVA bem assinalada, melhor ainda: é aí que entra a parte invisível mas essencial do cuidado anti-envelhecimento.

No corpo, o critério muda ligeiramente: queremos generosidade. Embalagens práticas, fórmulas resistentes à água, fáceis de espalhar e que convidem à reaplicação. Porque o segredo de um bom solar não está apenas na primeira camada aplicada antes de sair de casa, mas na disciplina de o reaplicar ao longo do dia - depois de um mergulho, de uma caminhada à beira-mar ou de se secar com a toalha.

Também há lugar para os solares com cor, sobretudo no rosto. São uma opção bonita e funcional para quem quer uniformizar a pele sem maquilhagem pesada, ao mesmo tempo que reforça a proteção. No saco de praia ideal, cabem ainda um stick para zonas sensíveis, como nariz, lábios e maçãs do rosto, e uma fórmula mais suave para peles reativas ou para crianças.

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No fim, o melhor protetor solar não é necessariamente o mais caro, o mais perfumado ou o mais fotografável. É aquele que combina alta proteção, boa tolerância e prazer de utilização. O solar certo é discreto, eficaz e indispensável - o tipo de "luxo silencioso" que transforma a rotina de verão num ritual de pele bem pensada.

Uma seleção dos nosso preferidos, usados e testados:

Foto: DR 1 de 10 / Caudalie, Vinosun Água Proteção Muito Elevada FPS50+, €19 na Perfumes & Companhia 
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Foto: DR 2 de 10 / La Roche Posay, Anthelios UVAir PFS50+ Sérum Solar, €19,67 na Wells
Foto: DR 3 de 10 / ISDIN, Fotoprotector FusionWater MAGIC GLOW SPF50, €27 na Sephora
Foto: DR 4 de 10 / SKIN1004, Madagascar Centella Hyalu-Cica Water-Fit Sun Serum, €22,99 na Miin 
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Foto: DR 5 de 10 / Uriage, Bariésun Óleo Seco SPF50+, €24,95 na Primor
Foto: DR 6 de 10 / Meisani, Luminosi-Tea Niacinamide Capsule Sun Gel SPF50, €24,99 na Miin
Foto: DR 7 de 10 / Avène, Ultra Fluid Invisível  SPF50, €20,23 na Wells
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Foto: DR 8 de 10 / Freshly, Protetor solar corporal natural fluido SPF 50, €23,96
Foto: DR 9 de 10 / Rilastil, Sun System Spray Transparente SPF50+, €13,60 na Notino
Foto: DR 10 de 10 / SVR, SUN SECURE Eau Solaire SPF50+, €20,63
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