Beleza

As duas novas Colónias Hermès

Eau de Néroli Doré e Eau de Rhubarbe Écarlate.
Por Máxima, 30.03.2016
A aventura da Hermès tem início em 1837, quando Thierry Hermès, artesão seleiro, abre uma oficina em Paris. Presente na história da Hermès desde os anos 30, o perfume evolui em harmonia com os outros ofícios da Maison.
Em 1951, a aventura olfativa começa verdadeiramente com o Eau d’Hermès, criado por Edmond Roudnitska.
Posteriormente, sucederam-se as criações de grandes nomes da perfumaria trazendo os seus contributos ao compromisso da Hermès na perfumaria, não só como artesão mas também como artista.
Em 2004, Jean-Claude Ellena torna-se o perfumista exclusivo da Maison. Assina novas páginas da história
perfumada da Hermès. A sua abordagem livre alia-se à da Maison, ilustrando em cada criação um know-how que colocou o artesanato, a singularidade e uma rigorosa fantasia no seio da sua busca.
Em 2014, Christine Nagel, criadora e perfumista, junta-se à Hermès para imaginar as criações futuras. Nesse mesmo ano, a Hermès alarga o seu know-how do perfume à arte de viver o perfume de outra forma. A história do ofício enriquece-se com dois novos capítulos: Le Bain Hermès e Le Parfum de la maison.
Com o Le Bain Hermès, os sabonetes, os géis, os leites e os bálsamos convidam a uma ronda dos sentidos, festiva e colorida, oferecendo uma experiência e rituais de perfumaria tão intensos e privilegiados como o gesto de se perfumar.
Quanto ao Le Parfum de la maison, ele abre as portas de um espaço olfativo no coração da nossa intimidade.
Assim, a arte de viver o perfume Hermès invade cada canto da Maison.
Com o Eau de néroli doré, a sua quinta criação na família das Colónias, Jean-Claude Ellena deixou falar a matéria assim como uma recordação da sua juventude mediterrânea. O néroli é uma essência extraída da flor de laranjeira, batizada em homenagem à princesa de Nerola, uma princesa italiana do século XVII que perfumava as suas luvas com essa essência.
As Colónias Hermès contam sempre um diálogo, um jogo entre uma matéria e uma cor. Hoje em dia, a família das Colónias cresceu e a sua história ficou mais rica. Para Christine Nagel imaginar ou usar um perfume "é tocar no impalpável num gesto íntimo, é deixar vestígios que não mentem."
Com o Eau de rhubarbe écarlate, criou uma frescura inédita e audaz, mais vegetal do que hesperídea. Mais texturizada, mais marcada, oferece uma sensação nova que reaviva a lembrança de um pé de ruibarbo que vamos cheirar ao jardim antes de o colher.
Tags: hermès thierry hermès edmond roudnitska jean-claude ellena christine nagel le bain hermès le parfum princesa de nerola
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