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Traições em tempos de confinamento

Na vida em casal, a convivência permanente pode ocasionar uma série de intempéries, à partida nada que não se resolva ou assim garantem os especialistas. O problema é quando o tal infortúnio veste o nome de infidelidade. Como lidar como uma traição que tem de ser gerida entre as quatro paredes de uma casa, e sem qualquer tipo de escape? É isso que a Máxima foi tentar entender.

16 de junho de 2020 | Pureza Fleming

Muito se tem escrito acerca das possibilidades de divórcio que o confinamento social provocado pela Covid-19 poderia causar. Em tempo algum da história da humanidade o mundo resolveu decretar que não saíssemos das nossas casas, a não ser que tivéssemos de ir ao supermercado ou à farmácia em busca do básico dos básicos. E que pelas nossas casas permanecêssemos em coabitação com os nossos, enclausurados entre as quatro paredes claustrofóbicas que definem uma casa, sem qualquer hipótese de fuga. Dúvidas houvesse, o programa de televisão Big Brother (com todos os seus ínvios contornos que para aqui não são chamados) apressava-nos a confirmar: o convívio humano, 24 sobre 24 horas, pode trazer à superfície o pior de cada um. E tal situação pode ser bem negra e desesperante. Referimo-nos às situações de infidelidade.

Reforço: às situações de infidelidade que são flagradas ou antes do confinamento social e que já se encontram em processo de separação – interrompidas, entretanto, por motivos da Covid-19 – ou, ainda pior, àquelas situações de infidelidade que são descobertas em pleno período de confinamento e que, portanto, não oferecem qualquer hipótese de debandada, seja física, seja emocional, à pessoa que foi ferida e magoada. Ou seja, à vítima da infidelidade. Fica-se, assim, perante um caso de infidelidade que tem de ser aceite e (di)gerido nas tais quatro paredes que delimitam uma casa. Parecendo difícil, não é, de facto, nada fácil.

E tal é confirmado à Máxima por Madalena R. numa conversa mantida por Skype a propósito deste tema. "Tudo o que me aconteceu é tão recente e brutal que, confesso, não sei por onde hei de começar a falar-lhe…", expressou. E começou por onde se deve, ou seja, pelo início: como conheceu Jaime, o homem que viria a ser o seu companheiro, como se apaixonaram e como se tornaram um casal em que ela era mais velha do que ele – o que, à partida, não representaria problema algum. "A relação começou bem connosco, mas mal com a família dele por eu ser mais velha – sabe como é, os homens podem andar com mulheres muito mais novas, mas as mulheres não podem [andar com homens mais novos] – e também mal com a minha família, sobretudo com a minha irmã, que é terrível e que nunca, mas nunca, acreditou que ‘aquilo’ entre nós fosse para durar devido à diferença de idades. Tudo preconceitos. Mas durou quase cinco anos." 

Madalena relembra o momento em que a relação começou a deteriorar-se, em parte por esta não querer ter filhos, apesar do seu relógio biológico dar avisos de que seria "então ou nunca". Conta que nos últimos tempos o notava diferente: "Mais frio, distante e quantas vezes desagradável, com silêncios insuportáveis nos fins de semana, com a ausência de desejo." E admite que já se estava a mentalizar para que a relação terminasse um dia. A somar ao seu sexto sentido, havia ainda a irmã que, constantemente, a alertava: "Vê lá, mana, se o teu ‘casamento’ é como o da [princesa] Diana." Ou seja, com uma pessoa a mais. Mas Madalena não quis acreditar. Até que o tal dia chegou e, porque um mal nunca vem só, o tal dia surge em pleno período de confinamento.


"Descobri tudo porque o Jaime trouxe para casa o [computador] portátil que usa no escritório e em viagem. Nunca entendi porque não se servia dele em casa e o motivo estava à vista. Quando ele foi à garagem, o portátil estava na nossa saleta, em modo de pausa, e quando mexi nele vi que estava desbloqueado e com o e-mail aberto. Provavelmente eu não deveria dizer que fiz isto, mas saltou-me à ideia o casamento da princesa Diana – de certeza que as suspeitas [de infidelidade] deviam andar já na minha cabeça –, vasculhei o e-mail e não foi preciso muito para encontrar uma mensagem com outra mulher. O meu mundo desabou. Fiquei enjoada e a tremer, e não sabia se havia de chorar ou se havia de gritar ou se tudo isso ao mesmo tempo."

A sua voz treme. Afinal, o confinamento obrigatório delegou que Madalena não pudesse, simplesmente, sair e distrair-se com as amigas. Beber vinho, rir e chorar com elas, ou sequer ter um ombro onde pudesse repousar a sua tristeza. "O que me preocupava era pensar como é que eu iria viver neste isolamento [social] sozinha. E o que mais me doía era tentar perceber como iria ser o meu futuro. E sem filhos [lágrimas]. Afinal, o tal filme começou bem, mas acabou mal. Foi trágico para mim. Isto pode acontecer, mas acontecer no começo desta pandemia em que não podemos estar com a família, com as amigas, no trabalho para distrair a cabeça, ir a um lado qualquer", desabafa. E remata, implacável: "Pu-lo na rua." Numa altura em que não é permitido que se vá para a rua – literalmente –, uma situação como aquela em que foi deixada Madalena não deixou grande margem para que uma outra atitude fosse tomada. Não restou praticamente espaço algum para qualquer alternativa que fosse, além daquela de pôr na rua a pessoa que foi infiel. Sem dó nem piedade.

A psicóloga Paula Trigo da Rosa confere: "Seria difícil de suportar estar-se em permanência com uma pessoa com quem não se quer estar ou que não quer estar connosco. Alguém que nos faz sentir que não somos desejáveis." E mantém: "Penso que por variadas razões, incluindo a de saúde pública e eventual sentimento de culpa, seria importante tentar organizar a saída e tentar relembrar que ainda que haja muita zanga prevalecem outros valores fundamentais de saúde. (…) Planear a saída evitando situações de crise ainda maior para ambos é fundamental. São, porém, emoções difíceis de gerir porque são contraditórias: o desejo imperativo de afastamento versus o imperativo externo de permanência e de vivência comum."

Quando questionada acerca de para onde é que o seu infiel parceiro poderia ter ido dormir, Madalena solta uma gargalhada quase sarcástica: "Percebe-se bem onde [ele] deve ter ido dormir…" E sugere a casa da amante de Jaime (agora nova companheira?). E continua, agora com um tom de voz mais fortalecido do que aquele que exibia no início da nossa conversa: "Mas o que me interessa, agora, sou eu mesma. A emoção, ou melhor, a comoção inicial não me iria levar a lado nenhum. Passei a ser racional e a resolver tudo, a começar por o Jaime não voltar para casa. Nunca mais. De resto, a casa é minha, herdada do meu falecido pai. O Jaime saiu apenas com uma muda de roupa e levou o [computador] portátil, claro. Aguardo que venha buscar o resto das coisas dele, o mais rápido possível."

E nos casos em que a pessoa tem mesmo de ficar confinada à casa? A vítima da infidelidade e a pessoa infiel? "Diria para [a pessoa que foi vítima da infidelidade] se tentar proteger de situações em que sinta como sendo agressivas para si, tal como seria o caso de ter de presenciar a [mais recente] felicidade do outro, bem como estabelecer regras de respeito pelos seus sentimentos e afetos, gerindo, se necessário, o espaço da casa e o que se diz e se faz na presença do outro", aconselha Paula Trigo da Rosa.

Aparentemente mais forte, agora que a nossa conversa vai chegando ao final, Madalena confessa-se, ainda assim, "esmagada emocionalmente, com a autoestima em zero por ter sido trocada por outra pessoa". E traz, novamente, à luz a grande questão: "Tenho pensado nestas semanas de isolamento [social] até que ponto eu poderia ter sido mais poupada ao sofrimento se agora tivesse liberdade. Mas graças às tecnologias tenho ‘estado’ com a minha mãe, a minha irmã e os meus irmãos, as minhas amigas e divirto-me com os meus sobrinhos mais novos que me perguntam: ‘Onde está o tio?’ É estranho que ninguém pareça estar admirado pelo que aconteceu. Parece que só eu [estou]… Tenho desabafado muito. E chorado também. Faz-me muito bem. Mas a vida continua."

A vida continua, é assim que gere as suas emoções alguém que é brutalmente magoado numa época em que o mundo nos tira o tapete de forma igualmente abrupta. Como se costuma proferir, não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe e Madalena já vê uma luz ao fundo do túnel que pretende seguir assim que o período de confinamento terminar: "Pensando bem, agora estou livre. E livre para fazer tudo aquilo que eu tinha planeado fazer quando a minha vida mudou [quando se conheceram]. Garanto-lhe que me sinto outra mulher. Mais livre e mais forte. Nem mesmo este isolamento [social] me há de quebrar." Sim, o que não nos mata torna-nos, efetivamente, mais fortes. Ainda mais quando o mal resolve erguer-se num momento tão inconveniente, tal como o do confinamento.

*Para manter o anonimato, os nomes foram alterados.  

 

Lady Gaga e Bradley Cooper | Hollywood vibrou com o par romântico no filme 'A Star Is Born' e a partir daí surgiram várias especulações de que os dois poderiam estar juntos. A verdade é que Bradley namora com Irina Shayk desde 2016 e tem uma filha com a modelo. Os rumores aumentaram depois de Lady Gaga ficar solteira e de Irina Shayk deixar de a seguir no Instagram.
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Sienna Miller e Jude Law | Ficaram noivos em 2004, mas sete meses depois do pedido de casamento, o ator pediu desculpa a Sienna publicamente por ter mantido um relacionamento com a baby sitter do filho (da ex-mulher Sadie Frost).
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Frank Sinatra e Nancy Barbato | O cantor estava ainda casado com Nancy Barbato quando começou um romance Ava Gardner, com quem acabou por casar em 1951. Depois, Sinatra foi infiel a Gardner e o casal divorciou-se em 1957.
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Debbie Reynolds e Eddie Fisher | Reynolds e Fisher casaram em 1955, mas quatro anos depois. Fisher apaixonou-se por Elizabeth Taylor e o divórcio foi inevitável.
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Ingrid Bergman e Aron Petter Lindström | Bergman era casada com Aron Petter Lindström e Roberto Rossellini era casado com Marcella de Marchis, quando Bergman e Rossellini começaram a trabalhar juntos no filme Stromboli (1950). O mundo ficou em choque com as notícias do romance e da gravidez de Bergman. O casal acabou por divorciar-se dos respetivos companheiros para casar. Quando recebeu o seu segundo Óscar pelo filme Anastasia (1956), terá dito: “Passei de santa a prostituta e tornei-me de novo santa, tudo isto na mesma vida.”
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Billy Bob Thornton e Laura Dern | Em 2000, Billy Bob Thornton e Laura Dern estavam juntos (e planeavam casar-se) quando o ator se envolveu com Angelina Jolie durante as filmagens de Tudo Sobre Controlo (1999). Jolie e Thornton acabaram por casar (e ficaram juntos até 2003).
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Eva Longoria e Tony Parker | Depois de três anos de casamento, Eva Longoria e o jogador de basquetebol Tony Parker divorciaram-se em 2010. Pouco depois, Longoria contou que descobriu que Parker trocara centenas de mensagens com outra mulher. Cedo a imprensa descobriu a sua identidade: era Erin Barry, a mulher de Brent Barry, ex-colega de equipa do jogador. Os casais eram amigos.
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Maria Shriver e Arnold Schwarzenegger | Em 2011, o casal anunciou a separação depois de 25 anos de casamento. Uma semana depois, Schwarzenegger admitiu publicamente que era pai de uma criança, então com 14 anos, com a empregada doméstica de longa data do casal, Mildred Patricia Baena.
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Demi Moore e Ashton Kutcher | Em 2011, semanas depois do escândalo associado a Kutcher (sobre ter tido um caso amoroso com a modelo brasileira Sara Leal, de 22 anos), Demi Moore anunciou em comunicado que pretendia separar-se de Kutcher depois de sete anos de casamento. Aparentemente, o affair ocorreu na noite anterior ao aniversário de casamento (seria o sétimo).
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Kristen Stewart e Robert Pattinson | No verão de 2012 foram divulgadas fotografias de Kristen Stewart e do realizador Rupert Sanders, que na altura era casado com a modelo Liberty Ross. Logo após a separação do ator Robert Pattinson, Stewart falou abertamente sobre a infidelidade e chegou a dizer publicamente “Eu amo-o, eu amo-o” numa carta aberta onde pediu desculpa, envergonhada, pelo sucedido.
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Hugh Grant e Elizabeth Hurley | Começaram a namorar em 1987 depois de se cruzarem nas gravações do filme A Verdadeira História de Frankenstein (1988) e, em 1995, quando Grant foi preso depois de ter sido apanhado em público com uma prostituta, Hurley manteve-se a seu lado. Em 2000 e depois de 13 anos juntos, o casal decidiu separar-se.
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Jennifer Aniston e Brad Pitt | Em 2005, depois de quatro anos ao lado de Jennifer Aniston, e durante as filmagens com Angelina Jolie no filme Mr e Mrs Smith, Pitt anunciou a separação da atriz. Apesar de ambos negarem qualquer envolvimento durante o casamento do ator, Brad e Angelina começaram a namorar pouco depois e tornaram-se no casal Brangelina. Separaram-se em setembro de 2016.
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Sandra Bullock e Jesse James | Depois de cinco anos de casamento, várias mulheres admitiram ter tido casos com James, incluindo a tatuadora Michelle “Bombshell” McGee. Apesar de James ter oferecido um pedido de desculpas, em março de 2010, o divórcio aconteceu três meses depois.
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Ethan Hawke e Uma Thurman | Separaram-se em 2005 após cinco anos de casamento. Hawke terá mantido um affair com a ama, Ryan Shawhughe (hoje, também atriz), em 2004. Ethan e Ryan casaram em 2008 e têm dois filhos: Clementine Jane e Indiana Hawke.
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Mel Gibson & Robyn Moore | Separaram-se em 2006 após 26 anos de casamento depois de surgirem em público fotografias de Gibson com Oksana Grigorieva. Seis semanas depois de Moore ter requerido o divórcio, Grigorieva anunciou que estava grávida.
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James Cameron e Linda Hamilton | Estavam casados há apenas oito meses quando se separaram, em 1997. Anos depois, Linda Hamilton revelou que Cameron mantinha, na altura, um affair com a atriz Suzy Amis, que integrou o elenco do filme Titanic (1997).
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Meg Ryan e Dennis Quaid | Depois de nove anos de casamento, Meg Ryan começou um romance com o ator Russel Crowe nas rodagens do filme Prova de Vida (2000) e em 2001 o casamento com Quaid terminou oficialmente.
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Marilyn Manson e Dita Von Teese | Logo a seguir às notícias de que mantinha um caso com a colega de elenco Evan Rachel Wood no filme Phantasmagoria: As visão de Lewis Carroll (2005), a então namorada de Manson, Dita Von Teese pediu o divórcio, que aconteceu em 2006.
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