A solução para todos os meus problemas? Limpar a casa
Arrumar nem sempre é limpar: às vezes é decidir quem somos.
Arrumar nem sempre é limpar: às vezes é decidir quem somos.
Aos 52 anos, aquela idade em que tantos teclados anónimos (e sobretudo masculinos) decidem que as mulheres já passaram do prazo de validade, Fernanda Serrano continua tão hipnotizante como vemos nestas imagens da Máxima. Tornou-se mulher de convicções fortes, sem deixar de fazer perguntas, e encontrou a melhor forma de abordar o amor.
A autora e psicanalista esteve em Portugal para apresentar o seu livro “Análise – Notas do Divã”, o primeiro a ser editado por cá. Nesta obra, que é meio livro de memórias, meio ensaio pessoal, Iaconelli entrelaça a história da sua família com o seu próprio processo de análise.
O que é um ícone? "São aquelas pessoas que, quando morrem, há qualquer coisa que morre com elas", responde a atriz, e lembra-se de David Bowie, que nunca deixou de mudar. Kelly Bailey, que há mais de 10 anos vemos nos ecrãs, também mudou, está mais crescida, é mãe. Mas há coisas que permanecem, como aquela luz que vem de dentro e faz qualquer coisa a quem a recebe.
“Nessa altura, ainda ele não sabia da sua condição. Nem ele, nem ninguém. Uma pessoa só descobre que não pode ter filhos quando começa a tentar e a não conseguir. Até lá, tudo é possível.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“Nessa altura, ainda ele não sabia da sua condição. Nem ele, nem ninguém. Uma pessoa só descobre que não pode ter filhos quando começa a tentar e a não conseguir. Até lá, tudo é possível.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Estudos recentes provam que há cada vez mais casais em que a mulher é mais velha do que o homem. Desafiando estereótipos, mostram que o amor não tem idade.
“Há uma coisa de que não se fala quando falamos de violência em casa, mas que eu sinto e acredito que aconteça com outras pessoas: parece que sou incapaz de me sentir feliz. Há sempre uma tormenta qualquer, indizível e invisível, um tolhimento no estômago, uma impossibilidade de desfrutar.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.