Prazer, clitóris. Com 30 anos de atraso em relação ao pénis, ciência traça o “GPS” do corpo feminino
Em 2026, a pergunta soa quase absurda: como é que sabemos tão pouco sobre o epicentro da nossa felicidade?
Em 2026, a pergunta soa quase absurda: como é que sabemos tão pouco sobre o epicentro da nossa felicidade?
O que é que Rita Matias e a irmã Lúcia têm em comum? Dependendo do ponto de vista, nada. Ou bastante. Em conversa com o escritor aproximamos uma lupa à instrumentalização de que as mulheres sempre foram alvo. Sobretudo por influência da Igreja Católica.
A autora e psicanalista esteve em Portugal para apresentar o seu livro “Análise – Notas do Divã”, o primeiro a ser editado por cá. Nesta obra, que é meio livro de memórias, meio ensaio pessoal, Iaconelli entrelaça a história da sua família com o seu próprio processo de análise.
Aos 12 anos, escrevia sobre um mundo “tacanho e provinciano”. Aos 17, perguntava “como é que eu vou ser feliz se me sentir empurrada a ser quem não sou?”. Quem tem mão no próprio destino nunca se dobra - e é por isso que a primeira capa digital da Máxima define o zeitgeist: sereno, resoluto e graciosamente do contra.
A obra, inspirada no terceiro dos seus quatro filhos, vem reforçar o papel dos afetos na construção de uma sociedade mais empática.
Por mais uma estação, Joana Duarte aposta no que dura: tempo, cuidado e dedicação. Enquanto a gentrificação transforma ruas em vitrines, a Béhen mantém a tradição portuguesa viva, bordando o passado no presente.
Não estamos nem perto do Dia da Mãe, mas pouco me importa, é hoje que quero fazer uma ode às mães de filhos pequenos e, por isso, é hoje que a farei. Às mães de filhos pequenos e às mães dos adolescentes e, por maioria de razão, às que acumulam ambos os papéis. São umas heroínas.
É um manifesto útil e divertido sobre como lidar com o sexismo no local de trabalho. Se só tiver tempo para ler um livro neste mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, que seja este.