Brasil, o país da beleza (ou da obsessão por ela)
No país do Sistema Único de Saúde, convivem clínicas fancy de harmonização facial, salões de beleza improvisados no quintal e a famosa laje - local onde as cariocas criaram o bronzeamento com fita de isolamento. No Brasil, a estética não é apenas #aesthetic, é um statement cultural.
Histórias de Amor Moderno: "Esgueirámo-nos para um dos confessionários. Sentei-me ao colo do Manuel e começámos aos beijos. As nossas mãos foram ganhando entusiasmo."
“Manuel, beija-me. Leva-me para um canto desta pequena floresta." Obedeceu. Deitámo-nos no meio das árvores, sobre folhas e ervas." Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Previsões astrológicas de 1 a 5 de abril: Vénus, Plutão e o impacto nas relações
O mês de abril inicia-se sob a influência de Vénus em Touro, mas rapidamente ganha intensidade com a quadratura a Plutão em Aquário, trazendo desafios, libertações e novas dinâmicas às relações.
Ana Zanatti: "Tenho rugas, mas que fazer? Fingir que não tenho 76 anos? Prefiro um rosto que espelhe a vida"
Aos 12 anos, escrevia sobre um mundo “tacanho e provinciano”. Aos 17, perguntava “como é que eu vou ser feliz se me sentir empurrada a ser quem não sou?”. Quem tem mão no próprio destino nunca se dobra - e é por isso que a primeira capa digital da Máxima define o zeitgeist: sereno, resoluto e graciosamente do contra.
Sim, o chip de partilha de localização é uma estratégia de marketing. A violência no namoro não
O dia em que a internet se indignou com aquilo que já aceita.
Histórias de Amor Moderno: “Pensei ‘está bonito’. Está mais gordo, é verdade. Mas quem não está, quando chega aos 40?”
“Esse é o encanto do Pedro: existe como uma tempestade permanente, que vai devorando tudo em redor, partilhando vida enquanto a tira e suga. É um homem encantador e devastador.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Entre o feed e o fim do mundo. Como sobreviver ao stress político em 2026
Acordamos, pegamos no café, abrimos o Instagram - e lá está ele de novo: os posts que parecem feitos para nos lembrar que a democracia está em risco. Falámos com uma psicóloga para saber o que fazer.