Os jogadores mais giros, perdão, altos, perdão, talentosos do Mundial
Só estes homens para nos fazerem querer saber o que é um ponta de lança, cabeceamentos e remates. Terem todos mais de 1,80 m pode ou não ajudar.
Só estes homens para nos fazerem querer saber o que é um ponta de lança, cabeceamentos e remates. Terem todos mais de 1,80 m pode ou não ajudar.
Supostamente já somos adultos, mas será que o cérebro concorda? Um estudo sugere que a adolescência pode durar muito mais tempo do que imaginávamos.
“Senti-me desolada. Aquele pequeno gesto, uma desconsideração tão ligeira, como era possível fazer-me sentir assim, desimportante, irrelevante, humilhada?” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
A erupção polimorfa causada pela luz solar tem diversas manifestações e, embora seja mais comum no corpo, pode surgir no rosto. Se a sua cara parece ter comprado um bilhete de volta para a adolescência, este pode ser o seu problema. A Máxima falou com uma dermatologista.
"Audição", o quinto romance da norte-americana, é uma autêntica casa de espelhos, um caleidoscópio, uma vertigem. Uma narrativa em duas metades difíceis de conciliar, mas que conseguiu condensar muitos dos dramas universais da condição feminina. A Máxima conversou com a autora.
Até 24 de junho, o Studio Mirante mantém de portas abertas CONJUNTO, um projeto que nasceu em maio e que ganhou uma nova dimensão durante a Lisbon Design Week. Cruzando instalação, exposição, objeto, comida e encontro, a iniciativa continua agora a ocupar o atelier com uma proposta que coloca a partilha no centro da experiência.
Um século depois do nascimento de Norma Jeane Baker, o mundo volta a fixar-se na maior estrela de cinema de sempre, numa tentativa de conciliar tudo o que julga saber com aquilo que ficou por contar sobre o ícone cujo maior pecado foi não conseguir lidar com a sua complexidade.
Uma mulher de 58 anos foi assassinada pelo companheiro, no Porto, num caso descrito por alguns meios como “crime passional”. A expressão, frequentemente utilizada para enquadrar homicídios de mulheres em contexto de violência de género, volta a levantar questões sobre a forma como a linguagem pode romantizar e desresponsabilizar crimes.