Dentro do supper club lisboeta onde a comida se serve entre livros
A experiência mais performativa da minha agenda acabou por ser também a mais verdadeira. No menu: espargos, kombucha e uma estranha sensação de pertença.
A experiência mais performativa da minha agenda acabou por ser também a mais verdadeira. No menu: espargos, kombucha e uma estranha sensação de pertença.
Um encontro que começa com o melhor do mundo feminino: roupa. Roupa que veste, roupa que inspira, roupa que expande. Juntámos duas vozes criativas num espaço onde a moda não é apenas cenário, mas um gatilho para dizer, pensar e imaginar em conjunto.
Caminhámos entre secretárias como telas vivas, mas, num espaço cheio de olhos, faltou o essencial: ver. "How would they know?"
O que leva uma geração que cresceu rodeada de redes sociais a querer, cada vez mais, distanciar-se delas? Talvez a pergunta não seja porque deixámos de publicar, mas em que momento fazê-lo deixou de parecer uma forma de ligação e passou a parecer uma de exposição.
Aos 52 anos, aquela idade em que tantos teclados anónimos (e sobretudo masculinos) decidem que as mulheres já passaram do prazo de validade, Fernanda Serrano continua tão hipnotizante como vemos nestas imagens da Máxima. Tornou-se mulher de convicções fortes, sem deixar de fazer perguntas, e encontrou a melhor forma de abordar o amor.
O curador da exposição Arte & Moda dirá que nunca se viu nada assim, “nem no Metropolitan, nem no Victoria & Albert, nem no Louvre”. A mostra reúne 270 peças, das quais 140 são criações de alta-costura, as restantes são obras de arte da colecção Calouste Gulbenkian – 500 anos de arte em diálogo com 150 anos de moda. Para visitar até 21 de junho.
Aos 23 anos, Marlene Tavares está menos interessada em alimentar expectativas do que em afirmar a sua identidade. Nesta conversa, fala da distância entre a imagem e a pessoa, da relação com o corpo e da necessidade de escolher o que quer mostrar - e o que prefere guardar.
“Amor era uma coisa de rapaz com rapariga, menina com menino. Não havia, no nosso espaço mental, na nossa singela e ingénua concepção do amor, a possibilidade de duas miúdas se pegarem aos beijos e aos apalpões.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.