"Não à guerra e liberdade para a Palestina." Nos Óscares de 2026, nem tudo é sobre vestidos - há política na arte
Entre discursos, aplausos e algumas declarações inesperadas, a maior noite do cinema transformou o palco num lugar de posicionamento.
Entre discursos, aplausos e algumas declarações inesperadas, a maior noite do cinema transformou o palco num lugar de posicionamento.
"Maria Vitória" chega ao cinema. Entre disciplina, força e descobertas, a atriz encontra na personagem uma coragem que nem sabia ter - e nós, um reflexo do que sempre vimos nela.
É um manifesto útil e divertido sobre como lidar com o sexismo no local de trabalho. Se só tiver tempo para ler um livro neste mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, que seja este.
A Máxima falou com Sophie Gilbert, autora do livro "Girl on Girl", sobre a forma como a cultura pop dos anos 90 e 00 enfraqueceu a terceira onda do feminismo. Uma reavaliação necessária de uma época particularmente sexista e misógina.
A produtora que pode levantar um Óscar no próximo dia 15, é cúmplice também na vida de Kleber Mendonça Filho, o realizador. Nesta conversa fala da afinidade com Portugal, da dureza da maratona da campanha para a premiação e o porquê desta maravilha do cinema brasileiro ser tão universal.
A vida real não é como nos filmes, mas tudo começa na comunicação. A resposta pode estar na obra de Gary Chapman.
O que é um ícone? "São aquelas pessoas que, quando morrem, há qualquer coisa que morre com elas", responde a atriz, e lembra-se de David Bowie, que nunca deixou de mudar. Kelly Bailey, que há mais de 10 anos vemos nos ecrãs, também mudou, está mais crescida, é mãe. Mas há coisas que permanecem, como aquela luz que vem de dentro e faz qualquer coisa a quem a recebe.
Antes de hashtags e manifestos virais, houve mulheres que abriram caminho com palavras firmes - esta rubrica recupera as suas entrevistas para a Máxima. Afinal, voltar ao passado é, também, um gesto de futuro.