Prazer, clitóris. Com 30 anos de atraso em relação ao pénis, ciência traça o “GPS” do corpo feminino
Em 2026, a pergunta soa quase absurda: como é que sabemos tão pouco sobre o epicentro da nossa felicidade?
Em 2026, a pergunta soa quase absurda: como é que sabemos tão pouco sobre o epicentro da nossa felicidade?
Aos 12 anos, escrevia sobre um mundo “tacanho e provinciano”. Aos 17, perguntava “como é que eu vou ser feliz se me sentir empurrada a ser quem não sou?”. Quem tem mão no próprio destino nunca se dobra - e é por isso que a primeira capa digital da Máxima define o zeitgeist: sereno, resoluto e graciosamente do contra.
A obra, inspirada no terceiro dos seus quatro filhos, vem reforçar o papel dos afetos na construção de uma sociedade mais empática.
A privação de sono é um dos problemas do século XXI e as mulheres têm uma relação especial com ele. Falámos com especialistas para saber de onde vem esta relação difícil com um bem essencial.
“Os 67 anos acrescentaram-me rugas no rosto e pregas no rabo, flacidez nos antebraços e uma barriguinha descaída, mas a sorte de ter encontrado a pessoa certa, aquela que eu amo para lá da paixão e do encantamento, impediu que me subtraísse o entusiasmo e o desejo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“Inventei a minha história. Concebi para o meu marido uma doença horrenda, imaginária, cujas descrições tornei tão grotescas quanto possível.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
Às vezes, basta um duo bonito para nos lembrar o quanto gostamos de espreitar o amor dos outros.
Joana Lima Silva, ginecologista e sexóloga no Hospital Lusíadas Porto, responde a esta e outras perguntas sobre o tema.