Agora a sério, por que ficamos obcecados por casais de celebridades?
Às vezes, basta um duo bonito - como Shawn Mendes e Bruna Marquezine - para nos lembrar o quanto gostamos de espreitar o amor dos outros.
Às vezes, basta um duo bonito - como Shawn Mendes e Bruna Marquezine - para nos lembrar o quanto gostamos de espreitar o amor dos outros.
As temperaturas baixam, a noite chega mais cedo e com ela o sono e a preguiça também. Se os animais hibernam, não devíamos hibernar também?
“Acordámos que, para que o nosso amor não se tornasse um obstáculo à felicidade, teríamos liberdade para satisfazermos os nossos desejos voláteis e todas as leviandades que nos atravessassem a cabeça, o coração e o sexo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“Acordámos que, para que o nosso amor não se tornasse um obstáculo à felicidade, teríamos liberdade para satisfazermos os nossos desejos voláteis e todas as leviandades que nos atravessassem a cabeça, o coração e o sexo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
It was the best of times, it was the worst of times.
"A mulher solteira encontrou o seu lugar", escrevia a revista TIME em agosto de 2000, numa edição dedicada, em parte, à série "O Sexo e a Cidade". 25 depois, a profecia confirma-se. Há cada vez mais mulheres que não querem casar. Adoram as suas vidas. Sentem-se realizadas. Fazem planos a longo prazo. Mas nada disso passa por uma vida a dois. O seu estado civil é outro: bem resolvidas. São um perigo para a sociedade patriarcal.
Morreu hoje Clara Pinto Correia, mas a frase que deixou em 1991 continua a cortar o ar como se tivesse sido dita esta manhã. Trinta e tantos anos depois, a escritora e bióloga permanece um espelho incómodo de tudo o que ainda esperamos - e exigimos - das mulheres. A sua vida, marcada por fulgor intelectual, fecha-se agora, mas a crítica feroz aos preconceitos permanecerá impressa, como nesta entrevista dada a Maria Antónia Palla, antiga chefe de redação da Máxima.
Nasceu dinamarquesa, mas diziam-na sueca. Chamava-se Snu, mas foi Ebba o nome que os pais lhe deram. 45 anos após a morte de Sá Carneiro e Snu Abecassis, recordamos o texto de Helena Matos sobre esta fascinante mulher.