Sim, o chip de partilha de localização é uma estratégia de marketing. A violência no namoro não
O dia em que a internet se indignou com aquilo que já aceita.
O dia em que a internet se indignou com aquilo que já aceita.
Quando a magreza nunca chega, algo está errado. E não é só connosco.
No Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, a Máxima foi ouvir Fatumata Djau Baldé, ativista e antiga Ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau. Mutilada aos nove anos, explica como se tornou numa figura maior da luta pela erradicação da prática que lhe deixou marcas para a vida.
"A mulher solteira encontrou o seu lugar", escrevia a revista TIME em agosto de 2000, numa edição dedicada, em parte, à série "O Sexo e a Cidade". 25 depois, a profecia confirma-se. Há cada vez mais mulheres que não querem casar. Adoram as suas vidas. Sentem-se realizadas. Fazem planos a longo prazo. Mas nada disso passa por uma vida a dois. O seu estado civil é outro: bem resolvidas. São um perigo para a sociedade patriarcal.
Este ano foi palco de despedidas que ecoaram pelo mundo das artes, da cultura e da sociedade. A Máxima destaca as suas trajetórias impactantes e contribuições inesquecíveis.
Qual a importância deste dia para os designers, ilustradores, djs e atores? Estas são as respostas.
Nos últimos 15 anos, o criador de conteúdos deu o corpo às balas nas redes sociais para dizer “basta!” ao preconceito, de punho cerrado e braço no ar, gesto pelo qual se tornou conhecido entre aqueles que o acompanham. A outra mão está pousada na anca, porque a atitude é tudo na vida.
Das low-rise jeans à estética bimbo, as tendências mais questionáveis dos anos 2000 têm regressado gradualmente. O (controverso) truque de sobrepor um vestido sobre as calças está de volta e a conquistar as it-girls, mas desta vez com um twist sofisticado.