Traz outra amiga também: um roteiro de comemorações pelo país no Dia da Liberdade
Às três, no Marquês. Descer a Avenida, em cada esquina uma amiga. Os planos começam aqui, mas e depois do adeus, o que fazer neste 25 de Abril?
Às três, no Marquês. Descer a Avenida, em cada esquina uma amiga. Os planos começam aqui, mas e depois do adeus, o que fazer neste 25 de Abril?
É uma das primeiras body piercers do país, precursora do vintage, fã de tatuagens. Diz que tudo isto vem da música. Perguntámos-lhe pelas histórias da sua vida e como foi fazer tanta coisa que Lisboa nunca tinha visto.
Marisa dos Reis Nunes. Talvez, à partida, não associe este nome a cara alguma. É, na verdade, o nome de nascença de Mariza, uma das mais aclamadas vozes do fado, aplaudida no mundo. Recordamos esta entrevista de 2019 com a cantora, que assumiu agora sofrer de depressão.
Discos de platina, prémios, comendas, centenas de concertos um pouco por todo o Mundo, mas quem é realmente Mariza, a dona deste currículo impressionante, que ousou cantar fado com o cabelo muito curto e os sofisticados vestidos de João Rôlo? No livro Os Anéis do Meu Cabelo - A História de Mariza, escrito pela jornalista Dina Soares (edição Oficina do Livro), ficamos a saber tudo, desde a infância agridoce em Moçambique à solidão sentida pela mulher quando, depois do triunfo e das palmas, entra num quarto de hotel vazio. Ouçamo-la.
Repórter noturno é uma entrevista feita a um ou vários convidados durante uma noite.
Durante uma semana, o muito dinheiro luziu em três festas memoráveis, contra o que era a norma provinciana em Portugal. Foram as festas milionárias, em setembro de 1968, oferecidas ao verdadeiro jet set internacional por um boliviano, um francês e, admiremo-nos, um português. Cinquenta anos depois fazemos-lhe um convite: entre nesses antros exclusivos de fama e de riqueza na companhia dos melhores cicerones e, no final, não diga adeus. Parta como uma estrela.
O ‘Manifesto Lixo Zero’ inaugura esta quinta, 19, para chamar a atenção para a importância da sustentabilidade através da arte.
Foi a primeira mulher a ser admitida nos quadros do Banco de Portugal. Foi, também, a primeira cronista da Máxima, onde, durante vários anos, assinou a página Olhar de Mulher. Helena Sacadura Cabral revela-nos agora um pouco mais das características e das rotinas que desenham o seu universo e a sua singularidade.