O casaco napoleão regressa em 2026: alistamo-nos nesta tendência ou não?
Dos hussardos a Kate Moss em Glastonbury, até Jenna Ortega na Dior, o casaco militar é o comeback mais polémico da estação.
Dos hussardos a Kate Moss em Glastonbury, até Jenna Ortega na Dior, o casaco militar é o comeback mais polémico da estação.
O curador da exposição Arte & Moda dirá que nunca se viu nada assim, “nem no Metropolitan, nem no Victoria & Albert, nem no Louvre”. A mostra reúne 270 peças, das quais 140 são criações de alta-costura, as restantes são obras de arte da colecção Calouste Gulbenkian – 500 anos de arte em diálogo com 150 anos de moda. Para visitar até 21 de junho.
No passado mês de Março um anúncio da Zara surpreendeu meio mundo: john Galliano deverá criar a partir dos arquivos da marca espanhola. O Dicionário de Estilo passa em revista colaborações de criadores com marcas acessíveis e evoca a democratização do luxo.
Bastou Matthieu Blazy apresentar saias plissadas de cintura baixa no último desfile Chanel - uma réplica das originais lançadas por Mademoiselle 100 anos antes -, para (re)validar a tese de que a moda tem uma capacidade de se reinventar incomparável. 2026 pode ou não ser um revival de 1926. Ainda assim, vale a pena vestir de novo.
Num momento em que as fronteiras entre luxo e mass market se tornam cada vez mais porosas, esta colaboração não surge apenas como mais uma parceria estratégica, mas como um ponto de inflexão cultural.
Recorremos aos descendentes de Freud para provar que a moda, além de não ser fútil, esconde razões que a própria razão desconhece. Um look vale mesmo mais que mil palavras.
O designer português apresentou, esta quinta-feira, a primeira coleção como diretor criativo da Mugler, intitulada "Aphrodite Stardust". Foi em Paris, num parque de estacionamento subterrâneo que ficámos a conhecer a nova era da etiqueta francesa.
De Vivienne Westwood e John Galliano a Carine Roitfeld, o episódio desta semana do Dicionário de Estilo procura perceber se, entre a insubmissão e o escândalo como expressão artística, o que pode ainda provocar choque e agitar consciências na moda.