Do trabalho doméstico à passerelle: pode um avental ser um ato político?
A cozinha encerrou, mas a discussão sobre o papel da mulher na sociedade continua.
A cozinha encerrou, mas a discussão sobre o papel da mulher na sociedade continua.
São muitas as vozes que se despedem hoje de Clara Pinto Correia. Uma mulher que, apesar de controversa, nunca deixou de escrever o que pensava. Nos últimos anos vivia em Estremoz e publicava crónicas no jornal online Página Um. Lê-la é ouvi-la, mas também um abre olhos.
Morreu hoje Clara Pinto Correia, mas a frase que deixou em 1991 continua a cortar o ar como se tivesse sido dita esta manhã. Trinta e tantos anos depois, a escritora e bióloga permanece um espelho incómodo de tudo o que ainda esperamos - e exigimos - das mulheres. A sua vida, marcada por fulgor intelectual, fecha-se agora, mas a crítica feroz aos preconceitos permanecerá impressa, como nesta entrevista dada a Maria Antónia Palla, antiga chefe de redação da Máxima.
A artista belga desenhou o rótulo do novo vinho deste projeto vitivinícola, e inaugurou Grace, uma exposição inspirada no espaço, na luz e na boa energia daquela grande herdade no coração do Alentejo – que fez um evento de lançamento à altura.
Vizinha do grande Lago do Alqueva, a Horta da Moura é o paraíso na terra para famílias ou para casais. Nela, o “prato do dia” é a hospitalidade à moda alentejana, com cheiro a poejo, a coentros e a esteva. Mas há mais cheiros, sons e memórias a descobrir, basta parar e existir.
“Eu disse-lhe que não estava pronta para ser mãe, respondeu-me que estava ele pronto para ser pai. Dispôs-se a cuidar do bebé, a educá-lo.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
“O meu Gonçalo morreu e eu não queria sair daqui, largar a vida que tínhamos. Resisti o quanto pude. Queria tudo menos regressar à aldeia.” Todos os sábados, a Máxima publica um conto sobre o amor no século XXI, a partir de um caso real.
No tempo da outra senhora não havia liberdade nem saneamento básico. Dizem que os cofres estavam cheios de ouro, mas Portugal era um país miserável e descalço. Passados 51 anos da Revolução de Abril há quem tenha saudades e se orgulhe disso.