Considerado como um dos melhores fotógrafos de moda, reconhecido pelas imagens provocantes, Guy Bourdin foi a grande inspiração do criador, buscando mais sensualidade ainda e alguma capacidade de chocar.
Diogo Miranda trabalhou maioritariamente com o tafetá de seda para criar mangas exageradas, folhos e laços volumosos e decotes que deixam os ombros expostos. Foram, também, usados padrões de flores exageradas em cores pastéis, para criar uma silhueta erótica. Toda a coleção se materializa numa mulher sexy, confiante, feminista e poderosa.