A dieta da sardinha. O almoço perfeito para as mulheres depois dos 40
Diz-se que as mulheres se querem pequenas como as sardinhas, mas por quê? Se a sardinha é tão grande a nível nutricional (e ainda mais com espinha).
Cada vez mais vistos como um verdadeiro aliado nutricional, os enlatados são associados ao apoio da saúde mental, revelam-se extremamente vantajosos na alimentação de mulheres que se preparam para entrar na menopausa e, como se não bastasse, certos peixes gordos funcionam ainda como hidratantes naturais da pele, contribuindo para um aspeto saudável e luminoso. O que é que podemos pedir mais? Uma despensa recheada de enlatados.
Mas nem tudo que vem à rede é peixe: os enlatados que deve incluir na sua alimentação são aqueles que são compostos por ácidos gordos ómega-3 anti-inflamatórios EPA e DHA. A sardinha é rica em ómega-3, cálcio, selénio, vitaminas D e B12 e se as espinhas estiverem incluídas, melhor ainda. A cavala à semelhança da sardinha, também é rica em ómega-3, vitaminas D e B12 e contém 20g a 25g de proteína por cada 100g. As anchovas, mais uma vez, são ricas em fontes ómega-3 e cálcio. Para além disso, são ricas em micronutrientes como: o iodo e o selénio. O salmão selvagem enlatado é provavelmente a maior fonte de ómega-3 deste conjunto de peixes, é também rico em vitaminas do complexo B, proteína e ácidos gordos. O arenque é o peixe enlatado (ou em frasco) que, com apenas uma porção, fornece a dose diária recomendade de vitamina D e, para além disso é rico em ácidos gordos ómega-3, vitamina B12, selénio e ferro, o ideal é ser enlatado em água ou óleos naturais. Por fim, a truta – um enlatado rico em ácidos gordos ómega-3, vitaminas D e B12, selénio e a niacina.
O que têm os ácidos gordos ómega-3 de tão benéfico para a nossa saúde?
O facto de serem um tipo de gordura boa que tem ação anti-inflamatória, aliados a uma alimentação equilibrada, estes ácidos ajudam a reduzir a inflamação, baixar os triglicéridos, reduzir a pressão arterial e apoiam na saúde do cérebro, sistema imunitário e equilíbrio hormonal.
E a pele saudável e luminosa, onde é que entra?
É na nossa pele que se reflete a maior parte daquilo que estamos a sentir e o stress é um dos principais responsáveis por alterações cutâneas, borbulhas, psoríase, envelhecimento precoce, aumento da oleosidade, entre tantos outros. E a saúde intestinal, o nível de inflamação no organismo, o estado nutricional e a integridade das membranas celulares não são exceção. A realidade é que nós somos aquilo que comemos. Por isso, vamos comer bem. Todos os peixes referidos anteriormente ajudam a reduzir inflamações, reforçar a barreira cutânea e hidratam naturalmente – fatores imprescindíveis para um aspeto de pele saudável e luminosa.
Mas há um deles que se destaca: a sardinha, exatamente. Rica em nutrientes úteis que apoiam o colagénio e protegem a pele contra danos oxidativos, não esquecendo do ingrediente-chave, as espinhas – que contribuem para a saúde metabólica e estrutural do organismo, o que ajuda a manter a pele mais firme e elástica a longo prazo.