Depois da glass skin, o que significa realmente ter uma pele luminosa?
O brilho continua a ser desejado, mas a forma de o alcançar tornou-se mais simples, mais consciente e, acima de tudo, mais próxima da realidade. Fomos testar.
Foto: Getty Images17 de julho de 2026 às 14:56 Safiya Ayoob
Durante algum tempo, parecia impossível abrir o TikTok ou o Instagram sem encontrar mais um vídeo sobre glass skin, rotinas de dez passos ou o sérum "milagroso" do momento. O brilho saudável tornou-se uma linguagem universal da beleza e, inevitavelmente, também um dos conceitos mais explorados pela indústria. Mas, quando uma tendência se instala, a verdadeira questão passa a ser como continuar relevante quando toda a gente fala do mesmo.
É precisamente aqui que muitas marcas enfrentam o maior desafio. Num mercado saturado por lançamentos semanais, promessas de resultados imediatos e uma geração de consumidores cada vez mais informada, captar a atenção já não depende apenas de criar mais um produto. Depende de conseguir responder a uma necessidade real, sem complicar aquilo que, para muitos, continua a ser um universo intimidante.
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Lierac Glow Fresh: o sérum booster de brilho para uma pele luminosa
Foto: DR
Nos últimos anos, o skincare deixou de ser um nicho para especialistas. Entrou na rotina de quem antes apenas usava um creme hidratante e tornou-se parte da conversa diária de uma geração que quer cuidar melhor da pele, mas que também procura simplicidade. É um público que já conhece ingredientes como ácido hialurónico ou vitamina C, mas que não quer passar meia hora em frente ao espelho nem decorar uma lista infinita de ativos. É neste contexto que surge a nova Glow Fresh, da Lierac, uma gama que procura aproximar-se precisamente destes novos consumidores sem abdicar da credibilidade científica que sempre caracterizou a marca. Em vez de apresentar o "glow" como mais uma tendência passageira, a proposta passa por explicar a luminosidade da pele através de fatores concretos: hidratação, uniformidade do tom e proteção contra o stress oxidativo.
Inspirada nos códigos da medicina estética e da cosmecêutica botânica, a coleção foi desenvolvida para atuar sobre aquilo que os Laboratórios Lierac descrevem como as "armadilhas de luz" - a desidratação, a oxidação celular e a produção excessiva de melanina, responsáveis por uma tez mais baça e menos uniforme. As fórmulas combinam ativos como Lumiphenols®, extrato patenteado de tulipa e uma dupla de ácidos hialurónicos, numa abordagem que privilegia resultados visíveis sem transformar a rotina num exercício complexo.
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Lierac apresenta o Glow Fresh, um máscara revitalizante com ácido hialurónico e tulipa
Foto: DR
Tivemos oportunidade de experimentar alguns produtos da gama e a sensação mais imediata foi precisamente essa: texturas leves, fáceis de integrar numa rotina diária e uma experiência que privilegia a luminosidade natural da pele em vez de um acabamento excessivamente brilhante. O Sérum Booster Luminosidade destaca-se pela textura fluida e pela absorção rápida, enquanto os cremes - disponíveis em versão creme ou gel-creme, consoante o tipo de pele - oferecem hidratação confortável sem deixar sensação pesada. A Máscara Revitalizante Express, pensada para uma utilização de apenas dez minutos, acaba por ser uma solução prática para quem procura devolver frescura à pele antes de uma ocasião especial ou depois de dias mais exigentes.
Talvez seja precisamente essa a evolução mais interessante do mercado de skincare. O objetivo já não é perseguir uma pele perfeita nem replicar filtros das redes sociais. É construir uma rotina consistente, acessível e compatível com a vida real.
Lierac Glow Fresh: creme radiante com acabamento luminoso para a pele
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Num momento em que o "glow" deixou de ser apenas uma estética para passar a representar uma pele saudável, confortável e bem cuidada, as marcas que conseguem permanecer relevantes parecem ser aquelas que entendem uma coisa simples: mais do que lançar produtos, é preciso tornar o skincare menos intimidante.
O futuro tenderá a ser mais personalizado, aliando a saúde mental à ciência para oferecer tratamentos cada vez mais personalizados, capazes de antecipar problemas futuros. Mas, como explica a psiquiatra Catarina Cotta, aprender a sentir e a lidar com o stress crónico, em vez de o evitar, pode ser tão importante quanto um procedimento estético.
De acordo com os dermatologistas, as fórmulas desenvolvidas para o corpo são mais pesadas e oleosas, podendo obstruir os poros, provocando erupções cutâneas ou até mesmo o aparecimento de acne.