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Maria Antónia Palla: “O que eu teria sido se não fosse jornalista? Investigadora na PJ”

Promoveu revoluções na sociedade, mas cultiva as rotinas e a ordem no seu quotidiano. Prefere o estilo à moda. Na política não valoriza as vitórias, mas sim as mudanças. Contraditória? Claro. É essa uma das razões que leva a que no fim de cada conversa se possa sempre dizer-lhe: “Prazer em conhecê-la.”

21 de setembro de 2019 | Helena Matos

Como se entrevista alguém com quem se falou tantas vezes? Sim, pensava eu, vou esquecer que a Maria Antónia Palla foi minha chefe de redação na Máxima, na verdade a pessoa de quem basta dizer-se "A nossa chefe" para que todos aqueles que com ela privámos saibamos, automaticamente, de quem se está a falar. 

Assim devidamente mentalizada, esperava eu fazer-lhe uma entrevista com a distância adequada. Mas para isso não devíamos ter marcado encontro no Café Império, não devíamos ter trocado palavras e batatas fritas, risos e molho, hesitado, como quem faz uma travessura, entre "gelado ou pudim?", ao longo das muitas horas que uma tarde pode ter. E que a mim me pareciam ter passado a correr.

Leia a entrevista completa a Maria Antónia Palla na edição de outubro de 2019 da Máxima, pela jornalista Helena Matos.

Foto: Pedro Ferreira
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