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Quem foi à abertura do festival Judaica – Mostra de Cinema e Cultura, no passado dia 28 de março, pôde vê-lo em antestreia. Agora no cinema, Negação retrata a verdadeira batalha em tribunal entre a historiadora Deborah Lipstadt (Rachel Weisz) e o escritor David Irving (Timothy Spall), que a processou por difamação quando ela o acusou de ser um negacionista do Holocausto.
Ação e ficção científica é o que podemos esperar de Ghost In The Shell – Agente do Futuro, passado num mundo pós-apocalíptico, onde cérebros se fundem facilmente com computadores e a tecnologia está por toda a parte.
Major (Scarlett Johansson) é a primeira da sua espécie: uma híbrida de humana e ciborgue treinada para combater os mais perigosos criminosos.
As crianças ficam servidas com o filme de animação da semana – Smurfs: A Aldeia Perdida. Neste terceira aventura das famosas personagens azuis, Smurfina e companhia embrenham-se numa floresta proibida à procura do segredo mais bem guardado da história. Com as vozes de Cláudia Vieira, Lourenço Ortigão e Pedro Granger, entre outros.
O aclamado cineasta sul-coreano Park Chan-wook baseou-se no romance Fingersmith, de Sarah Waters, para realizar A Criada, um thriller que nos situa durante a ocupação japonesa de 1930. Na história, a protagonista é contratada para trabalhar em casa de uma rica herdeira, mas o plano é roubá-la e trancá-la num hospício.
Em Vale de Amor, Gérard Depardieu e Isabelle Huppert, nomeada para a última edição dos Óscares, mantêm os seus nomes verdadeiros ao interpretarem um casal separado há vários anos que se encontra num deserto da Califórnia para um estranho compromisso.
Por fim, O Amigo Americano (1977) é mais uma das grandes obras de Wim Wenders que regressam ao cinema em cópias restauradas. Aqui, Tom Ripley (personagem mais famosa de Patricia Highsmith, cujo livro inspirou o filme) envolve um homem à beira da morte num jogo sujo e perigoso.
A nossa escolha
100 Metros, de Marcel Barrena
Baseia-se na história real de Ramón (Dani Rovira), a quem é diagnosticado esclerose múltipla. O prognóstico? Não ser capaz de andar cem metros no espaço de um ano. Mas ele decide não se render e começa a treinar para participar numa das provas desportivas mais duras do mundo, lutando contra limitações físicas e sociais. Este não é um filme sobre a condição e o sofrimento associados à doença, mas sim sobre a superação pessoal, a resiliência e a capacidade de sacrifício. Na sua estreia como realizador de longas-metragens de ficção, Barrena encontra um equilíbrio comedido entre drama e comédia, valendo-se da solidez do protagonista, que, embora esteja habituado a papéis mais leves, traz ao filme a seriedade que o tema requer. As outras duas personagens principais – a mulher e o sogro do doente – dividem com ele as atenções, mas também há nomes portugueses envolvidos: Ricardo Pereira, Manuela Couto e Maria de Medeiros no elenco, Tino Navarro na produção e Rodrigo Leão na banda sonora.
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